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Choque de Realidade: 5 mitos desvendados sobre empreender
  • Rodrigo Pacheco
  • 31/07/2018

Empreendedores gastam toneladas de tempo aprendendo como fazer seu negócio crescer, mas, poucas vezes, se preocupam se eles deveriam, de fato, empreender.

Na Spin, lidamos com sonhos de empreendedores que buscam, diariamente, conquistar espaço em seus mercados por meio de seus negócios. Mas sabemos que essa conquista vem com muito suor e nem sempre a realidade de abrir um negócio próprio está clara para esses empreendedores.

Nesse sentido, listamos aqui os 5 maiores mitos sobre empreendedorismo para quem quer começar essa jornada.

5 mitos sobre empreendedorismo:

1) Você será o seu próprio chefe

Cara, não preciso nem dizer que esse tipo de expectativa é a mais perigosa. Trabalhar horas e horas na semana, mostrando para todos que estou me dedicando aos projetos etc., sempre foi uma forma de me sentir recompensado. Mas isso tudo tem um limite e o equilíbrio é essencial para a sua jornada empreendedora.

E por mais que você não tenha um ‘chefe’ e tenha que trabalhar bastante, entenda que o seu bem-estar é prioridade.

Você terá prazos, imprevistos, funções além das funções que você ‘vendeu’. Terá que fazer o cruzamento na área e correr para cabecear — muitas vezes para se dedicar a funções que não são operacionais, que não tragam receita diretamente e que são funções sem tanto glamour assim para quem empreende.

Ou seja, você precisará montar uma proposta de trabalho, agendar uma reunião para apresentação, cuidar dos outros clientes atuais e tudo isso sem esquecer de pagar os boletos do mês, a contabilidade, o imposto, atualizar o Facebook, o site, etc.

Resumindo: você terá muito menos liberdade do que você imagina, ao mesmo tempo em que o seu nível de responsabilidade deverá ser ainda maior com tudo isso acontecendo ao seu redor.

Quanto mais responsável e disciplinado com as suas obrigações você for, melhor será para você aproveitar a sua liberdade.

E não se esqueça. Nem todo mundo sabe lidar com a liberdade que possui, justamente pela dificuldade em saber se organizar.

2) Você fará milhões de receita anualmente

Quem aqui nunca pensou em criar a próxima empresa unicórnio e faturar bilhões e bilhões por aí? E admita: você também já teve essa pretensão quando começou a sua empresa.

Não quer dizer que estamos errados, mas precisamos entender que abrir uma empresa e buscar pelo seu crescimento é pensar na geração de valor que ela proporciona. E muitas vezes esse valor não é monetário.

Com o tempo, você vai perceber que o maior valor que você pode construir ao começar um novo negócio é o capital social e os aprendizados que você irá colher durante toda a jornada. Ou seja, todos os seus contatos, as referências criadas no seu mercado, os convites que você recebeu, algumas reuniões, etc. Tudo isso precisa ser tão válido quanto a emissão de uma NF.

Mantenha a ideia da ambição financeira em dia. Mas considere os aprendizados do caminho, as pessoas que você conhece, as oportunidades que chegam até você e como isso pode refletir no seu modelo de negócios e até em você como pessoa.

Tudo isso irá te ajudar a colocar os seus pequenos desafios e problemas da sua empresa no seu devido contexto.

3) Você terá que fazer muito mais do que aquilo que você gosta e em que é bom

Essa aqui é demais. Eu mesmo sou muito fã desse ponto e tenho inúmeras razões para isso. Acredito que você também tenha os seus, mas particularmente sei o quanto é importante você assumir algumas responsabilidades no início e encarar o mercado com o que você tem e pode fazer, mesmo não sendo o que mais lhe agrada.

Isso é bem comum quando você começa um novo negócio por meio de uma paixão com a qual você se identifica. A questão é que o seu business crescerá e com ele, as responsas, obrigações, atributos e desafios, que farão você fazer menos daquilo que mais gosta para conseguir manter o fluxo do seu negócio.

Lembro que, no início, eu tinha que fazer tudo, muito pelo fato de não ter grana para investir. Coisas como o site, o financeiro, comunicação, a logo, relacionamento e tudo saía das minhas mãos.

Não falo isso para parecer eficiente, muito pelo contrário. Acredito que, quanto mais pessoas engajadas com a sua empresa, mais sustentável parecerá a sua ideia.

E quando a sua empresa crescer? Aí vem os desafios do fundador: você precisará dedicar tempo a encontrar novas pessoas para ajudar a manter esse crescimento, de preferência pessoas melhores do que você nas áreas que você mais precisa.

E, claro, entenda que até mesmo o maior hobby das suas atividades diárias poderá virar um novo negócio caso você se dedique a ele 24h por dia. Então, cuide com essa transição e prepare-se para a maturidade da sua empresa.

Ultimamente, o aspecto mais importante da sua função como fundador da empresa será se preocupar menos com o que você gosta de fazer e se dedicar à construção de um time, e encorajá-los no dia a dia.

4) Você não tem nada a perder

Essa é mais delicada, mas faz muito sentido. Muitas pessoas empreendem achando que não têm nada a perder, caso a empresa feche no ano seguinte. Entendem que é preciso apenas dançar conforme a música, mantendo sempre as metas e as conquistas para si próprio.

Mas quando você começa a empreender um novo negócio, você precisa vender! E o resultado é uma exposição gigantesca das suas necessidades e anseios como empreendedor no mercado como um todo.

E se juntarmos a estatística de que 6 em cada 10 empresas fecham antes de completar 5 anos de vida, as nossas chances são ainda menores. Sem contar que há aquelas pessoas que querem que você falhe. No fim, você tem um apanhado de fatores que influenciam no seu próprio orgulho em querer manter a empresa funcionando.

A chave para se manter positivo no meio disso tudo? Ignorar quem não é capaz de somar e buscar aprender com os seus erros para que eles não se repitam – pelo menos não tão cedo.

Alguns empreendedores em série enxergam suas empresas como grandes experiências de aprendizado e não como fracassos. Pense nisso.

5) O seu grande sonho irá virar realidade

De todos os itens dessa lista, essa expectativa é a que mais chega perto da realidade de quem tá começando.

Entretanto, é comum superestimar o simples fato de você ir para o seu trabalho e observar como a sua empresa cresce diariamente. Digo, aquilo o que você considerava ser um hobby ou apenas um sonho, meu caro, tá saindo do papel todos os dias e você está vendo isso com os próprios olhos.

Como empreendedor na área de educação, não estou dizendo que é fácil empreender e tampouco seja fácil querer mudar a realidade da educação no nosso país, mas com certeza não é impossível – e isso já está provado que não é.

Isso tudo parte desde o momento de você conseguir um novo escritório, maior e mais bonito, fazer uma festa de aniversário da sua empresa e celebrar as conquistas do seu time, ou até mesmo receber um prêmio do seu setor pelo serviço prestado – ou, simplesmente, ter clientes felizes com o que você está proporcionando para eles. Isso tudo representa o seu sonho que virou uma realidade.

Melhor do que querer descrever isso, é você sentir isso na própria pele.

E isso faz muito sentido: toda vez que alguém vem me agradecer pela oportunidade de consumir um produto da nossa empresa, é porque o seu sonho saiu do papel e o seu ‘salário’ do mês foi quitado da melhor forma possível.

Cara, olha o impacto que você gerou! Sinta-se orgulhoso disso!

Começar um novo negócio é uma aventura muito válida, na minha visão. É um verdadeiro MBA da vida real e faz muito bem para você, como ser humano, inclusive. Porém, sabemos que não é tão fácil assim e tampouco servirá para todas as pessoas do planeta.

O que você precisa entender diz respeito a suas próprias motivações e como isso interfere na criação de valores que a sua empresa gerará para a sua comunidade.

Até porque, quando você encontra a possibilidade de entregar valor para as pessoas, você acaba sendo muito melhor do que esperava e as consequências serão ainda mais positivas para você no futuro. Pode apostar.

5 dicas para você continuar aprendendo sem depender da educação formal
  • Rodrigo Pacheco
  • 28/07/2018

Aqui na Spin, nós valorizamos (e muito) a capacidade das pessoas de aprender e buscar novos conhecimentos. Seja por meio dos nossos conteúdos aqui no blog, nos nossos eventos ou na nossa plataforma da Spin Academy.

Além disso, a jornada universitária também complementa toda a nossa capacidade de absorver e desenvolver novos conhecimentos. Mas o que percebemos hoje em dia é que, além dos meios mais tradicionais para aprendizagem, há também outros canais que podem servir como complemento para os nossos conhecimentos.

E saber usar esses canais alternativos poderá te ajudar na sua jornada educacional.

Pensando nisso, elencamos 6 dicas para você continuar aprendendo todos os dias sem depender (somente) da educação formal.

1. Leituras

Jovem aprendendo sem depender da educação formal utilizando a leitura

De todos os investimentos informais que eu já fiz nos últimos anos, a leitura talvez tenha sido o mais relevante de todos. Para mim, ler um livro ou um artigo na internet, por exemplo, me permite entrar no fluxo de novas ideias e inspirações que me ajuda muito nos meus trabalhos na empresa.

Eu costumo dizer que muitos jovens e adultos têm uma certa intimidade pela leitura, porém, a questão é que nem sempre são provocados da forma correta.

Não é fácil exigir que um aluno do ensino médio leia Brás Cubas para responder questões do vestibular, por exemplo. Por mais interessante que possa ser essa literatura. Agora, esse mesmo adolescente poderá se interessar pelos 7 livros da coletânea do Harry Potter e poderá ler tudo isso em menos de um ano, certamente.

O que diferencia é a sua espontaneidade e interesse próprio pela leitura.

Veja algumas sugestões baseadas no que eu senti na pele com tudo isso:

Ler o que te interessa é o primeiro caminho

Busque saber dos seus próprios interesses e leia aquilo que te agrada. Sites, autores, colunistas, newsletter, etc.

Busque por indicações

Em muitos casos, um livro recomendado por alguém importante para você facilitará o início da sua leitura.

Não descarte a tecnologia

Comece por blogs, sites especializados na sua área de interesse, Twitter, perfis aqui no Medium, páginas no Facebook, etc.

Kindle

No Natal de 2016, eu ganhei um Kindle em um amigo secreto e foi muito legal! Desde então, li (e iniciei) vários livros. O próprio Kindle facilita a leitura, pois, com ele, você consegue grifar as frases, ver seus significados, fazer traduções, comentários e acompanhar o progresso da leitura pela % do seu andamento. Para mim, isso tudo está sendo um incentivo à parte. Fica como sugestão.

E, por fim, uma vez que a leitura começar a te encantar, com o tempo, busque desenvolver uma forma de compartilhar esses aprendizados. E este é o meu próximo ponto.

2. Vai lá e faz

Isso aqui é muito a nossa cara. Se tem uma coisa que eu aprendi com a minha carreira e com a Spin o tempo todo é o poder do senso de responsabilidade e urgência que te permite criar muitas coisas com as próprias mãos.

internet valoriza os criadores bem mais do que os consumidores. Eu provavelmente estou ganhando muito mais escrevendo este post do que você lendo ele.

Assim, fica a minha dica para você. Construa algo no Medium, crie um blog no WordPress, escreva poemas no Instagram, faça encontros semanais para conversas e exponha os seus conhecimentos.

Enfim, o céu é o limite.

Jovem aprendendo sem depender da educação formal utilizando a tecnologia

3. Conecte

A internet tem nos proporcionado o privilégio de nos conectarmos com pessoas incríveis de toda parte do globo. E isso, por si só, já poderia servir como uma escola à parte.

Aqui na Spin, temos uma rede de mentores e conselheiros que trabalha diretamente com as nossas empresas aceleradas, por exemplo. E isso – também –, por si só, já poderia servir como uma escola à parte.

Mas caso você não participe de um programa de aceleração na Spin, veja o que poderia fazer para se conectar com pessoas incríveis pelo mundo:

  •  Inscreva-se em newsletter de seus profissionais preferidos para receber regularmente atualizações dos trabalhos e pensamentos dessas pessoas influentes.
  •  Siga no Twitter (eu utilizo diariamente, não precisa me chamar de velho) quem você gosta. Lá, você saberá o que essas pessoas leem, consomem como conteúdo relevante, suas ideias e opiniões. Converse com elas!
  •  Participe de projetos sociais. O voluntariado é uma escola na qual eu mesmo já me joguei por alguns anos. Por meio do trabalho social, você conhece muita gente boa que ficará próxima a você por um bom tempo.

No fim, certifique-se de estar rodeado de pessoas inteligentes que farão você alcançar o maior nível de conhecimento e informação útil possível.

O seu trabalho é identificar quem são essas pessoas.

Tecnologia: aprendendo sem depender da educação formal

4. Podcasts e vídeos

Mais duas ótimas formas de você aprender bastante coisa bacana por aí sem, necessariamente, entrar em uma sala de aula formal. E provavelmente você já deve ter feito isso algumas vezes.

Tenho certeza que nas plataformas da Apple Store ou no Google Play você encontra uma série de podcasts interessantes para aprender algo diferente todos os dias. Ou até para reforçar o que você já aprendeu.

Alguns podcasts que eu ouço semanalmente:

Família B9 de podcasts: 11 possibilidades diferentes de você ouvir boas ideias sobre assuntos interessantes.

Jovem Nerd: dois caras nerds falando sobre muita coisa do mundo nerd –  e também de assuntos fora desse mundo também. Vale a pena!

Cafezinho Café Brasil: com Luciano Pires, este podcast explora assuntos cotidianos de forma mais madura, responsável e com doses de humor.

E, claro, tem o YouTube. Alguns dos canais que eu acompanho:

Jovem aprendendo sem depender da educação formal utilizando a tecnologia

5. Cursos online

E, por fim, escolha uma (ou mais) das inúmeras plataformas de cursos online que existem atualmente para reforçar o seu próprio conhecimento ou até mesmo para aprender algo novo.

Os cursos online são um novo formato de educação que está representando uma grande revolução no planeta. Assim, atualmente, essa modalidade é um baita caminho para o aprendizado, além de ser uma das tendências para os próximos anos em educação.

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Se você está na educação tradicional ou acabou de sair da sala de aula, não fique parado achando que o seu papel acabou. Não existe desculpas para não se desenvolver hoje em dia. Encare este mundo de possibilidades simples e acessíveis e comece uma nova fase de vida na qual colocará você como o principal protagonista.

 

 

 

A simbiose entre startups e corporações
  • Antônio Cesar da Silva
  • 25/07/2018

A conexão entre empresas e startups estão mais frequentes, um tema comum entre ambas é inovação.

Nas empresas, a inovação é direcionada para os produtos. Nas startups, a inovação é o produto, que usa tecnologia pra desenvolver uma solução inovadora direcionada para serviços, ou processos, ou produtos, ou modelos de negócio, etc.

Entenda mais sobre essas duas abordagens entre startups e corporações no post de hoje.

O processo continuo e permanente de inovação estimula o surgimento de startups

A evolução tecnológica é um processo com velocidade crescente, continuo e permanente gerando mudanças cada vez mais rápidas. Se olharmos um passado recente, dá para perceber as expressivas mudanças que ocorreram nos últimos 5 ou 10 anos. Mudanças na maneira que nos comunicamos, trabalhamos, competimos, na forma de relacionamento com os outros.

A computação, os dados digitais e a internet, fortalecem ainda mais a velocidade da evolução tecnológica e das mudanças. O conhecimento agora é disseminado globalmente quase de forma instantânea. Tecnologias emergem simultaneamente desencadeando grandes oportunidades para inovações de produtos, de serviços, de processos e de modelos de negócios. Este novo ambiente, atrai milhares de jovens empreendedores, que criam startups buscando soluções inovadoras em todas as partes do planeta, formando um vigoroso ecossistema de inovação.

O ecossistema das startups é parte da cadeia de valor das empresas

A inovação deixou de ser privilégio da área interna de P&D e de Centros de Pesquisa. Tecnologias em diferentes estágios de desenvolvimento como: realidade aumentada, inteligência artificial, internet das coisas, realidade virtual, veículos autônomos, biotecnologia, Blockchain, impressão 3D, nanotecnologia e tantas outras, alimentam as startups e estas acelerarem processo de inovação e mudanças. As startups são parte da cadeia de valor das empresas.

Elas são ágeis, flexíveis e altamente focadas na solução inovadora que desenvolvem, porque o insucesso é a morte na certa. Diferente da área interna de P&D da empresa que, normalmente atua focada apenas nos produtos, as startups trabalham em soluções que impactarão em alguma das partes da cadeia de atividade das empresas, por exemplo: vendas, produção, logística, produtos, finanças, compras, comunicação, marketing, segurança, jurídico, RH, contábil, etc.

O que fazer?

As empresas que querem garantir longevidade de seu negócio e uma posição competitiva no futuro que chega sempre mais rápido, sabem que: apenas a inovação incremental em produtos não garantirá a longevidade; também não é mais aceitável ficar ignorando as tecnologias emergentes.

Neste novo ambiente, os executivos que querem minimizar riscos futuros para a sua organização, deverão ajustar estratégia em relação ao processo de inovação. Investir em inovação é investimento de risco, independente do caminho escolhido.

1 – Manter o modelo tradicional, e ampliar a busca de inovação por conta própria

Permanecer com o modelo tradicional, porém ampliar busca da inovação por conta própria para além dos produtos ou core business, usando tecnologias emergentes ou as já em uso, recrutando os melhores talentos e especialistas. Buscar nestas tecnologias, oportunidades de inovação focando toda a cadeia de atividades da empresa. É uma tarefa complexa e difícil além do aumento do investimento do capital de risco.

2 – Adotar um novo modelo, fazendo a conexão com ecossistema de startups

Conectar-se com o ecossistema de startups, estas se valem das tecnologias emergentes ou as já em uso para desenvolver soluções inovadoras. Cobrem toda extensão da cadeia de atividades das empresas, inclusive produtos.

É recomendável fazer esta conexão via aceleradoras, principalmente com aquelas que são focadas em empresas. Aceleradoras tem ampla penetração e ligações capilares com o ecossistema de startups e minimizam os riscos operacionais e legais para a empresa. Este processo de conexão deve evitar riscos da criação de vínculos legais da empresa com ecossistema.

As aceleradoras irão facilitar e propiciam para as empresas a não apenas facilidade de transito no ecossistema, mas também a investigação, à observação e a identificação de oportunidades potencias de inovação.

A conexão com o ecossistema de startups também exige investimento de risco, provavelmente menor em termos de risco e volume de recursos, do que ampliar o modelo tradicional de busca de inovação por conta própria.

Existem empresas que optam por transferir uma parte dos recursos que é investido no modelo tradicional de inovação para utilizar na conexão da empresa ao ecossistema de startups. Outras optam por apenas ampliar o investimento de risco.

Cada empresa deve encontrar o melhor caminho para inovar o seu modelo de busca da inovação. O importante é adequar-se a nova realidade de mercado.

3 formas para a realização de um brainstorming na sua empresa
  • Rodrigo Pacheco
  • 22/07/2018

Brainstorming é uma ótima forma de pensar em uma ou mais soluções. Como o próprio nome sugere, a ideia é que você agite as suas capacidades neurais para desenvolver o maior número de pensamentos de forma rápida e intuitiva.

Uma boa dica para a realização de um bom brainstorming é ter pessoas diferentes no grupo, justamente para ter mais cérebros diversificados para explorar. Assim, a possibilidade de criar novas ideias e possíveis soluções para os desafios da sua equipe será ainda maior do que se tiver apenas pessoas que pensam da mesma forma.

Entenda bem o que você quer resolver

Albert Einstein já dizia: “Se eu tivesse 60 minutos para resolver um problema, eu gastaria 55 minutos para poder entender o desafio e 5 minutos para tentar resolvê-lo.”

Uma forma de definir o problema que você precisará resolver por meio de brainstorming é reformulando sua abordagem de argumentação: comece perguntando o porquê das coisas.

Exemplo:

  • Você poderá usar o processo de brainstorming para a criação de um aniversário para a sua mãe e uma das perguntas que você poderia usar para esse desafio seria: “Por que pessoas realizam festas de aniversário”?
  • Uma possível resposta para essa pergunta seria mais ou menos assim: “Para fazer as pessoas se sentirem especiais.”
     
  • Assim, siga o pensamento, agora contextualizando o seu desafio: “Como eu poderia fazer a minha mãe se sentir mais especial?”
  • Para responder essa pergunta, ideias diferentes poderão aparecer e, assim, você conseguirá alcançar a sua expectativa inicial.
  • Quando você conseguir definir o real problema que precisará resolver, então, comece o brainstorming.

Mas, antes de realizar a condução em si, garanta que todos os participantes entendam os 4 principais fundamentos de um bom brainstorming.

  • Quantidade: deixe a liberdade de pensamento assumir a sua cabeça e garanta que a sua mente consiga produzir o máximo de ideias possível durante esse momento.
  • Evite as críticas: não há ideias ruins nesse momento.
  • Aceite as ideias malucas: quanto mais diferente, melhor.
  • Construa com as ideias das outras pessoas: ouça com atenção cada ideia e complemente com: “sim, e adicionando a isso, penso que…”

Agora, podemos começar.

3 formas de condução de um processo de brainstorming

A partir da definição e da clareza do problema que você irá querer enfrentar, a construção de um grupo de discussão para este desafio ficará ainda mais produtivo.

1 — Facilitação de um brainstorming em grupo

Primeiramente, pegue alguns canetões, um quadro branco ou folhas em branco do flip-chart e post-its para a condução.

  • Convide os participantes e entenda que essas pessoas serão os cérebros que serão agitados para extrair as melhores ideias possíveis.

  • Evite colocar na mesma sala tomadores de decisões influentes demais para o processo, como o(a) seu/sua chefe, professores e outras autoridades, para não intimidarem os participantes.

  • Escreva no quadro branco ou no flip-chart o problema a ser resolvido em forma de questão. Depois, permita que os participantes possam descrever suas ideias a partir dessa pergunta.

  • Como facilitador, mantenha a discussão focada no tópico da pergunta apresentada e utilize técnicas de facilitação para garantir o diálogo de forma organizada, como um ‘objeto da fala’ (apenas irá falar quem estiver com o objeto em mãos).

  • Escreva todas as ideias em post-its, coloque-as em um local para que todos possam enxergar e relembre as pessoas de incrementarem as ideias apresentadas.

Por exemplo: se alguém sugerir a construção de um guarda-chuva, outra pessoa poderia complementar sugerindo que esse guarda-chuva pudesse voar sozinho.

- “Que tal construirmos um novo guarda-chuva?”

- “Sim, e se pudéssemos fazer um capaz de voar pelo céu?”

  • E se, ainda assim, algum participante tenha esquecido ou descartado alguma ideia durante a discussão que possa ter significância para o momento, o facilitador poderá resgatá-la e trazê-la para o diálogo.

  • No fim do processo, analise com o grupo se há, pelo menos, duas ideias que possam combinar uma com a outra e discuta considerando o seguinte mindset: 1 + 1 = 3.

  • Logo, faça uma rápida votação com o grupo para saber quais dessas opções são as mais interessantes.

  • E, por fim, você poderá iniciar um outro processo de brainstorming para desenvolver essa ideia que foi definida pelo grupo. Ou, caso vocês já estejam convencidos da solução encontrada, finalize o encontro.

  • Procure manter o registro das ideias que forem discutidas no processo para consulta em outro momento.

2 — Técnica para discussão em grupos com funções distintas

Esta é bem simples.

  • Da mesma forma que a técnica anterior, aqui, você também precisará explicar os fundamentos do brainstorming antes de começar a discussão, além de colocar o desafio em forma de pergunta no quadro branco.
  • Depois, peça para que cada participante escreva diferentes ideias para a solução dessa pergunta em post-its, mas sempre de forma anônima.
  • Assim, colete as ideias e faça o grupo votar em cada uma, considerando as suas preferidas.
  • As melhores ideias ranqueadas serão discutidas com o grupo novamente ou até mesmo em outros subgrupos, caso houver número de pessoas para isso.

Por exemplo: um grupo poderá fazer um brainstorming sobre o formato do produto em si, enquanto outro grupo poderá discutir sobre os aspectos mais técnicos que aquele produto poderá ter.

3 — Técnica por meio de passagem de informações

Pelo nome em si, talvez não fique tão claro para entender. Mas a sua realização é tão simples quanto as anteriores.

  • Organize o grupo para que todos possam sentar em círculo. Feito isso, explique novamente as regras e o problema a ser resolvido.
  • Cada pessoa escreverá uma única ideia em uma folha e passará essa folha para a pessoa ao lado para que esta possa adicionar seus próprios pensamentos no papel.
  • Assim, continue essa brincadeira até todo mundo receber o seu papel novamente e completar uma rodada inteira.
  • Durante o processo, é bem provável que o grupo terá feito um trabalho bem intenso para elaborar cada uma das ideias da roda.
  • Deixe que todas as pessoas possam explicar as ideias cocriadas e escreva cada uma dessas ideias em um quadro branco.
  • Por fim, deixe o grupo votar nas suas preferidas.

Uma sugestão: exercício de aquecimento

Caso você queira praticar o processo de brainstorming por conta própria, pode fazê-lo sem problema nenhum. Para isso:

1) Considere um desafio em formato de pergunta.

2) Trabalhe para encontrar 5 ideias diferentes sem pensar muito a respeito e seja o mais rápido possível.

3) A ideia é destravar a sua criatividade e ultrapassar os bloqueios mentais que você traz naturalmente, para poder realizar um processo de brainstorming em grupo com muito mais facilidade.

 

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Bom, é isso.

Espero que essas simples técnicas possam te ajudar na condução dos próximos brainstormings com a sua equipe.

Por Rodrigo Oneda Pacheco, Head de Educação da Spin

12 dicas para uma facilitação de grupo na sua empresa
  • Rodrigo Pacheco
  • 10/07/2018

Você já tentou reunir um grupo de pessoas para discutir algum tópico específico? Facilitar uma sessão de brainstorming ou até mesmo um formato de reunião mais interativa? Pois é, essas situações costumam ser mais difíceis do que imaginamos e saber conduzir esses encontros faz toda diferença.

Por isso, ultimamente, facilitar processos de diálogos em grupo está sendo uma habilidade cada vez mais importante nas relações entre os mais diversos contextos. Seja em empresas, universidades, coworkings, etc., saber extrair as melhores respostas das pessoas faz toda diferença na construção de um trabalho mais eficiente.

Pensando nisso, reuni algumas dicas sobre como conduzir um bom processo de diálogo em grupo com seus colaboradores, sócios ou parceiros, que já usei em alguns momentos trabalhando com educação.

Administrador utilizando a facilitação de grupo em sua empresa

1. Foque nos 3 princípios básicos: faça perguntas, registre ideias e não se perca no tempo

No geral, facilitação é um processo simples. Você tem que fazer boas perguntas para abrir o máximo de informações possível, registrar o que for necessário e mais interessante vindo dos participantes, e perguntar o quanto for necessário até se certificar que a sua colheita de informações está sendo eficiente.

Ao mesmo tempo, cuide do tempo e respeite a agenda proposta. Se você se sentir perdido ou sobrecarregado, volte ao básico: faça perguntas, registre e não disperse.

2. Confie na receita

Uma boa sugestão para não se perder na condução é seguir o processo da agenda construída até o final para você garantir a entrega do seu objetivo. Mesmo com tantas facilitações no currículo, eu sempre irei valorizar a organização e ter a receita do que fazer no dia do encontro, pois sei que isso fará o meu papel ser muito mais eficiente para o processo.

Portanto, ter um roteiro do seu encontro, com observações no canto do papel, poderá facilitar o seu trabalho.

3. Explique a agenda do encontro antes de começar

Facilitação de grupo costuma ser muito mais fácil de conduzir quando as pessoas sabem como cada momento da agenda se encaixa no todo. Uma forma de fazer isso é, no início de cada encontro, revisar toda a agenda com as pessoas ou, dependendo do evento, enviar um vídeo curto (90 segundos, por exemplo) via e-mail para os participantes, explicando o processo, além de reforçar a agenda no início de cada dia.

4. Peça permissão às pessoas

Uma vez que você explicou a agenda para os participantes, reforce o seu papel de facilitador, responsável por cuidar para que as sessões não ultrapassem os horários estipulados e que cada passo seja dado no seu tempo. Aí diga: “todos concordam? Podemos começar?”.

É lógico, não espere que todos falem em alto e bom som uma entusiasmada resposta para você - mas essa transparência é algo simbólico e poderoso para a sua condução. Isso mostra que você também pode ser flexível e torna a condução mais humana.

5. Avalie se pode encaixar ações de quebra-gelo

Ações para quebrar o gelo da galera e mudar a vibe do ambiente não são unânimes entre os facilitadores. Uma ação mal pensada poderá fazer você perder alguma credibilidade com a equipe e fazer os céticos te fuzilarem durante todo o processo. Quando você está facilitando, o principal objetivo é ter a confiança de que fará um excelente uso do tempo e da atenção das pessoas.

Isso não significa que você não possa pensar em coisas divertidas durante o processo, porém, considere que um momento de quebra-gelo não é regra para todos os workshops.

Se acontecer, conecte com a vibe do encontro e deixe o próprio ambiente determinar essa ação. Não encaixe algo assim simplesmente porque você acha que pode funcionar ou porque já funcionou em outro momento. Preste atenção na sua equipe. Às vezes, terminar mais cedo vale mais do que qualquer interação final.

A facilitação de grupo torna tudo mais eficiente

6. Escreva nomes em um espaço visível

É importantíssimo que o facilitador consiga chamar as pessoas pelo nome - as conversas saem muito melhor quando você cita o nome dos seus convidados. Entretanto, não é simples gravar o nome de todos, ainda mais quando se trata de uma equipe grande ou de uma equipe que está ali pela primeira vez com você.

Peça para que alguém escreva os nomes das pessoas no quadro, usando algum esquema de mapa para facilitar a identificação, ou até mesmo em uma etiqueta simples escrita à mão colada nas camisetas das pessoas.

A referência de cada participante ficará muito mais fácil para você e para o restante do grupo.

7. Finja estar confiante se for preciso (mas relaxe, é normal se sentir nervoso)

Quanto mais você conduzir processos de facilitação em grupo, mais confiante você estará. Ao mesmo tempo, não importa o quanto você é experiente nesse processo, com certeza você sentirá aquele frio na barriga antes ou durante a sua facilitação.

O importante nisso tudo é que você sempre demonstre confiança no processo e no seu time, mesmo que não seja exatamente isso que você esteja sentindo durante 100% do seu tempo.

8. Não subestime ninguém

Não é sua responsabilidade ser a pessoa mais esperta da sala. Se você acredita nisso, você está criando uma pressão desnecessária e isso poderá fazer de você um grande tolo no ambiente. O facilitador existe para garantir que a agenda do encontro aconteça até o fim e que permita às pessoas darem o melhor de si.

Você não precisa resolver o problema ou ter um insight brilhante. Você não é um ator ou tampouco o diretor, mas, sim, o produtor do processo. Ou seja, você não é a omelete, você é a frigideira.

O melhor que você pode fazer nos seus workshops não é tentar ser o espertão do ambiente e querer impressionar todo mundo, mas, sim, ser útil sempre que possível. E o melhor jeito de ser útil é garantir o bom andamento do workshop e deixar os atores principais resolverem o problema. Ou seja, você faz perguntas, escreve coisas e cuida do tempo. E isso já é muito.

9. Seja energético

Não é uma questão de “pirar o cabeção” lá na frente. Você é a energia que sustenta o encontro até o final. Se a sua bateria está baixa, o grupo sentirá isso e irá render menos. Caso você se mantenha positivo e cheio de energia com o processo, o grupo se sentirá mais engajado.

10. Dê feedbacks positivos

Encontre jeitos de dar feedbacks positivos para as pessoas durante o encontro. Quando alguém disser algo claro e coerente, diga algo como “essa é uma boa colocação, muito obrigado(a)”. É como se fosse um ponto no mapa indicando que o caminho está sendo feito como planejado. É demonstrar que o desempenho está sendo produtivo e que as pessoas estão contribuindo também.

Pode parecer meio óbvio e até desnecessário, mas essas pequenas colocações reforçam a importância do papel dos participantes e suas confianças.

11. Não se leve tão a sério

Se você puder, ria de si mesmo e leve o momento na brincadeira. Construa um ambiente leve e divertido para deixar as pessoas confiantes.

12. E, por fim, aproveite

Facilitar um processo de diálogo em grupo é um trabalho duro, sem dúvida. Mas isso também pode ser divertido. Muitas vezes, esse contexto é a soma do que pode representar o que há de mais de legal nas empresas: um problema desafiador, um time focado, um grupo de pessoas trabalhando junto e usando o seu melhor, argumentando de forma construtiva e fazendo progressos regulares. Nas nossas vidas, nem todos os momentos são legais assim — então, aproveite!

E uma última coisa: você não precisa ser perfeito na condução da sua facilitação. O seu mapa não precisa estar 100%, você não precisa ter todas as respostas, explicar tudo perfeitamente e tampouco se preocupar em lembrar todas essas dicas.

A facilitação em grupo é algo extremamente robusto e pode absorver vários errinhos durante o trajeto e, ainda assim, funcionar muito bem.

Apenas se preocupe em: fazer perguntas, registrar as ideias e cuidar do tempo sempre que for possível.

Por que os jovens estão insatisfeitos com a educação?
  • Rodrigo Pacheco
  • 04/07/2018

Se hoje eu tenho a minha empresa e desenvolvo projetos com grandes empresas e profissionais foi porque a minha experiência com a AIESEC em Blumenau me preparou para isso.

AIESEC é uma organização social presente em mais de 140 países que desenvolve comportamento de gestão e liderança para universitários e recém-formados entre 18 e 30 anos, por meio de programas de intercâmbios sociais e corporativos em todo o mundo.

Como ex-membro da organização, fico feliz e orgulhoso em dizer que a AIESEC foi essencial para o meu desenvolvimento. Mas vamos ao texto:

Por meio de uma pesquisa realizada com a rede da AIESEC no mundo, na qual foi perguntado aos entrevistados qual era o principal problema global que eles visualizavam na época, o que mais foi obtido como resposta foi a educação.

De forma geral, os millennials sentem que o sistema de educação atual não preenche as suas expectativas. E a pergunta que fica é: com tantos recursos de todas as partes sendo aplicados no setor, como é possível a educação não atingir esse objetivo?

Assim, perguntamos: com quais fatores em relação à educação os millennials estão mais insatisfeitos? Os três principais itens desta resposta estão descritos abaixo.

1. Não prepara para o futuro

Jovem insatisfeito com a educação

Talvez esta seja a questão mais preocupante, pois 53% dos entrevistados apontam que não estão satisfeitos com o que é feito/dito na educação e seus objetivos futuros.

Os millennials estão procurando um sistema educacional que possa interagir ainda mais com empresas reais e que os coloque em desafios que simulem a realidade dessas companhias.

Muitos educadores ainda estão presos a processos desestimulantes e ultrapassados, desconsiderando muitos dos avanços em metodologias e ferramentas que evoluíram desde então.

Os jovens querem garantir que o seu processo de educação seja de fato relevante e que isso trará valor para o seu futuro. Além disso, que esse valor seja aplicado e que todo o conhecimento possa ser útil no dia a dia.

2. Há pouco suporte para carreira depois da graduação

Jovem insatisfeito com a educação

Ter um suporte e uma trilha coerente é extremamente importante durante os anos universitários. Atualmente, os millennials sentem que não recebem uma mentoria e um suporte adequado para entender o que irão alcançar no futuro.

Educadores precisam dar esse suporte para os jovens não apenas para auxiliá-los nos estudos durante a graduação, mas também para garantir que essa juventude possa estar preparada para o que virá após a graduação.

Uma cooperação entre universidades e empresas para garantir uma melhor transição da educação para o mercado é uma demanda exigida pelos acadêmicos.

3. Velhos métodos não funcionam mais

Jovem insatisfeito com a educação

Os millennials sentem que não aprendem apenas lendo livros e estatísticas dentro das salas de aula. Como o mundo vive em constante mudanças, esses jovens estão famintos por novidades, para desenvolver habilidades práticas que permitam que sejam criativos, ágeis e inovadores para o futuro.

Eles querem aprender explorando e experimentando. Essa geração precisa do novo, dos processos de aprendizagem mais inovadores, que sujem suas mãos e façam do processo como um todo uma intensa experiência.
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Com tudo isso, o que é preciso para os millennials se sentirem mais satisfeitos com a sua educação é uma cooperação melhor entre professores, universidades e mercado como um todo.

Os jovens estão, cada vez mais, desacreditando dos processos tradicionais vistos nas robustas instituições educacionais atualmente. Mas, quando pensamos em uma agenda integrada entre mercado e universidades, esse cenário é reversível.

Experiências reais e um suporte mais próximo de carreira para universitários são necessários também para aproximar a educação e o mercado de trabalho.

Isso tudo não significa que os jovens não enxergam valor na educação, muito pelo contrário. Eles apenas enxergam que os meios para aprender coisas novas mudaram.

Os educadores precisam estar mais flexíveis e acatar as necessidades destes jovens ao mesmo tempo em que as empresas precisam ser mais transparentes com o que esperam destes mesmos jovens.

Startup Maissi: internet das coisas na mineração
  • Benyamin Fard
  • 10/05/2018

A Spin é umas das aceleradoras de startups pioneiras no Brasil em trazer soluções inovadoras focadas no ambiente industrial. Nosso maior propósito é conectar indústrias e investidores às melhores startups, em busca de inovação, otimização e melhores resultados.

Entre nossas ações, oferecemos ciclos de aceleração para startups, que proporcionam conhecimento, investimentos, mentorias e condições para um crescimento rápido, exponencial e sustentável para os novos empreendedores.

É nesse contexto que 5 startups foram selecionadas para o nosso segundo ciclo de aceleração. Junto de empresas como Vestibulex e Clinicorp, está a Mais Soluções Inteligentes (Maissi), uma plataforma de rastreamento inteligente para caminhões.

Conheça mais sobre a startup Maissi em aceleração!

A startup Maissi

A Maissi desenvolve uma plataforma de Internet das Coisas (ou IoT), com hardware e software proprietários, que oferece rastreamento inteligente para caminhões. A startup foi fundada em 2012, em Lages (SC), e tem como objetivo oferecer soluções de base tecnológica para a indústria 4.0, focada em setores como a mineração, laticínios e papel & celulose.

Além de ser acelerada pela Spin, a Maissi também é uma das startups incubadas pelo Órion Parque Tecnológico, e está instalada no Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages (Incubadora MIDILages), promovendo soluções que englobam desenvolvimento de sistemas computacionais e de hardware.

A empresa iniciou atividades oferecendo serviços de assessoria e desenvolvimento tecnológico, como software e hardware, para posteriormente criar seu primeiro produto: um fone com a tecnologia active noise control (controle ativo de ruído), que impede que ruídos afetem a audição dos operadores de máquinas.

Com o tempo, a Maissi desenvolveu equipamentos de proteção individual (os EPIs) e ingressou no segmento de mineração de bauxita. Hoje, é referência na área de controle, gestão da cadeia de produção e de suprimentos, oferecendo rastreamento de minério de bauxita, da mina à refinaria.

A Solução SmartTracker

A solução trazida pela startup Maissi que chamou a nossa atenção aqui na Spin foi a tecnologia desenvolvida para a indústria 4.0 por meio do sistema de comunicação machine to machine(M2M). Essa solução de rastreamento inteligente e gestão da cadeia de produção e de suprimentos é denominada SmartTracker.

A startup utiliza a tecnologia de radiofrequência, que permite que equipamentos conversem entre si sem a intervenção humana. A solução atende equipamentos como:

  • Escavadeiras;
  • Caminhões;
  • Balanças rodoviárias.

Funciona da seguinte forma: o caminhão conversa com a escavadeira e coleta informações da operação, como, por exemplo:

  1. Posição geográfica da escavadeira;
  2. Hora e data da operação;
  3. E quantidade de carregamentos feitos por aquela escavadeira.
  4. Em seguida, o caminhão registra os dados coletados e compara a posição geográfica e a velocidade da operação.

Assim, a tecnologia consegue oferecer comunicação instantânea e com total autonomia, sem a necessidade de operadores ou de treinamento de pessoal. Além disso, a startup ainda oferece diferenciais como:

  • Comunicação veículo com veículo (V2V);
  • Tecnologia stand alone (não precisa de rede para operar);
  • Fácil integração com interface homem máquinas (IHM).
Clinicorp: uma das startups mais promissoras em aceleração
  • Benyamin Fard
  • 05/05/2018

A Clinicorp é uma fintech (startup da área financeira) que oferece solução completa de gestão online de negócios para dentistas. Conciliando a agenda e o atendimento à gestão financeira das clínicas odontológicas, a startup veio para maximizar os resultados dos profissionais de modo simples e eficiente.

Entre as cinco startups que selecionamos para o segundo ciclo de aceleração, a Clinicorp é uma das startups mais promissoras e está revolucionando o sistema odontológico em todo o Brasil.

Conheça, neste artigo, mais sobre a Clinicorp e por que ela foi escolhida para ser acelerada pela Spin!

Clinicorp: a fintech da saúde

Clinicorp é uma fintech focada no setor de odontologia, que une os serviços financeiros às novas tecnologias para a área da saúde. Seu objetivo é ajudar no gerenciamento de clínicas, facilitando os serviços administrativos dos dentistas.

A startup foi fundada em 2016, em Jaraguá do Sul (SC), pelo analista de sistemas Luiz de Souza e pelo dentista Caio Carinhena. Depois de trabalhar com startups no Vale do Silício, Souza detectou um problema comum na área odontológica: a dificuldade dos dentistas de lidarem com a parte administrativa de suas clínicas.

Foi então que a empresa surgiu, com o intuito de ajudar os profissionais a otimizarem o serviço. Com isso, evitando consumir o tempo usado para atender os pacientes, o dentista tem menos preocupações com a parte administrativa e financeira da clínica.

A plataforma funciona completamente na nuvem, por meio do site e aplicativo de celular, dispensando instalações de softwares específicos. Na plataforma, o dentista pode realizar uma série de serviços administrativos, como:

  • Agendamento de consultas;
  • Gerenciamento de pacientes;
  • Cobranças;
  • Validação de pagamentos;
  • Emissão de boletos;
  • Emissão de notas.

Além da redução do tempo dispensado nesses serviços, a startup promete facilitar o trabalho humano por meio da automatização de tarefas burocráticas.

A startup já está presente em 22 Estados, atende atualmente mais de 300 clientes e possui em média 1.000 usuários, representando um aumento de 25% ao mês. O significativo crescimento da empresa tem levado seus fundadores a estudar a possibilidade de expandir o negócio para o exterior.

Além disso, a startup tem conquistado investimentos e atraído propostas de grandes investidores. O que contribui ainda mais para o rápido crescimento da empresa.

Recentemente, a Clinicorp fechou uma parceria com a Belluno Pagamentosfintech também de Jaraguá do Sul (SC). Com isso, os dentistas usarão uma máquina exclusiva de cartões, a Clinicorp powered by Belluno.

Segundo Souza, a parceria fortalece as startups da região, gerando um compartilhamento de serviços, tecnologia e clientes.

A seleção da startup para o segundo ciclo de aceleração da Spin

Nós, da Spin, ficamos impressionados com a ideia da Clinicorp e vimos o potencial do negócio. Entendemos que a grande sacada da startup residia, sobretudo, na proposta de gestão completa para as clínicas odontológicas, atendendo todas as necessidades, desde o agendamento e atendimento até o pagamento e demais serviços financeiros.

Além disso, a plataforma também conta com o gerenciamento completo de pacientes; cadastro de especialidades, horários e descontos; relatórios financeiros e operacionais com informações precisas; e completa integração com fornecedores.

Trata-se de um mercado que movimenta mais de R$ 100 milhões por ano no Brasil. E, com o nosso auxílio, a startup passa hoje por um processo de aceleração, expandindo ainda mais o seu negócio.

Clinicorp: uma das startups mais promissoras em aceleração
  • Benyamin Fard
  • 05/05/2018

A Clinicorp é uma fintech (startup da área financeira) que oferece solução completa de gestão online de negócios para dentistas. Conciliando a agenda e o atendimento à gestão financeira das clínicas odontológicas, a startup veio para maximizar os resultados dos profissionais de modo simples e eficiente.

Entre as cinco startups que selecionamos para o segundo ciclo de aceleração, a Clinicorp é uma das startups mais promissoras e está revolucionando o sistema odontológico em todo o Brasil.

Conheça, neste artigo, mais sobre a Clinicorp e por que ela foi escolhida para ser acelerada pela Spin!

Clinicorp: a fintech da saúde

Clinicorp é uma fintech focada no setor de odontologia, que une os serviços financeiros às novas tecnologias para a área da saúde. Seu objetivo é ajudar no gerenciamento de clínicas, facilitando os serviços administrativos dos dentistas.

A startup foi fundada em 2016, em Jaraguá do Sul (SC), pelo analista de sistemas Luiz de Souza e pelo dentista Caio Carinhena. Depois de trabalhar com startups no Vale do Silício, Souza detectou um problema comum na área odontológica: a dificuldade dos dentistas de lidarem com a parte administrativa de suas clínicas.

Foi então que a empresa surgiu, com o intuito de ajudar os profissionais a otimizarem o serviço. Com isso, evitando consumir o tempo usado para atender os pacientes, o dentista tem menos preocupações com a parte administrativa e financeira da clínica.

 

A plataforma funciona completamente na nuvem, por meio do site e aplicativo de celular, dispensando instalações de softwares específicos. Na plataforma, o dentista pode realizar uma série de serviços administrativos, como:

  • Agendamento de consultas;
  • Gerenciamento de pacientes;
  • Cobranças;
  • Validação de pagamentos;
  • Emissão de boletos;
  • Emissão de notas.

Além da redução do tempo dispensado nesses serviços, a startup promete facilitar o trabalho humano por meio da automatização de tarefas burocráticas.

A startup já está presente em 22 Estados, atende atualmente mais de 300 clientes e possui em média 1.000 usuários, representando um aumento de 25% ao mês. O significativo crescimento da empresa tem levado seus fundadores a estudar a possibilidade de expandir o negócio para o exterior.

Além disso, a startup tem conquistado investimentos e atraído propostas de grandes investidores. O que contribui ainda mais para o rápido crescimento da empresa.

Recentemente, a Clinicorp fechou uma parceria com a Belluno Pagamentosfintech também de Jaraguá do Sul (SC). Com isso, os dentistas usarão uma máquina exclusiva de cartões, a Clinicorp powered by Belluno.

Segundo Souza, a parceria fortalece as startups da região, gerando um compartilhamento de serviços, tecnologia e clientes.

A seleção da startup para o segundo ciclo de aceleração da Spin

Nós, da Spin, ficamos impressionados com a ideia da Clinicorp e vimos o potencial do negócio. Entendemos que a grande sacada da startup residia, sobretudo, na proposta de gestão completa para as clínicas odontológicas, atendendo todas as necessidades, desde o agendamento e atendimento até o pagamento e demais serviços financeiros.

Além disso, a plataforma também conta com o gerenciamento completo de pacientes; cadastro de especialidades, horários e descontos; relatórios financeiros e operacionais com informações precisas; e completa integração com fornecedores.

Trata-se de um mercado que movimenta mais de R$ 100 milhões por ano no Brasil. E, com o nosso auxílio, a startup passa hoje por um processo de aceleração, expandindo ainda mais o seu negócio.

5 ideias prontas de startups que foram compradas por investidores
  • Benyamin Fard
  • 02/05/2018

O número de startups que obtêm êxito vem crescendo a cada dia, mas, ainda assim, nem todo investidor está convencido de que apostar em uma delas pode ser um bom negócio.

Por outro lado, as grandes corporações têm se mostrado mais positivas ao ecossistema das startups e interessadas nos novos empreendedores. E essas empresas, que se mostraram ousadas e abertas para a inovação, já tiveram bons resultados apostando nas ideias prontas de startups.

Para ter uma noção, o Google já comprou mais de 80 startups e a Microsoft também vem incorporando pequenos empreendimentos ao seu ecossistema.

Portanto, se você pensa em investir, mas ainda não está certo disso, conheça 5 ideias prontas de startups que foram compradas por investidores e que resultaram em grandes sucessos de negócio. Confira!

5 ideias prontas de startups que foram compradas por investidores

1. Pagamento online

PayPal é um dos grandes cases de sucesso que pode inspirar tanto um empreendedor quanto um investidor. Famoso por ser uma forma segura de pagamento online, o PayPal foi fundado em 1998, nos Estados Unidos, por Peter Thiel e Max Levchin, e contou em 2000 com a entrada de um sócio ilustre, ninguém menos que Elon Musk.

O sistema de compras e pagamento online foi bastante inovador e pioneiro na época. Até que o eBay resolveu apostar na ideia e comprou a startup em 2002, continuando com o sucesso que conhecemos até hoje.

2. Tecnologia aplicada à saúde

Hi Technologies é uma tecnologia da área da saúde que inovou no serviço de exames laboratoriais e monitoramento dos sinais vitais, por meio de um aparelho simples que se assemelha a um tablet.

Com ela, os profissionais da saúde podem se conectar aos pacientes por meio da telemedicina. A startup curitibana atraiu a atenção do mercado, tendo recebido diversos prêmios pelo empreendimento.

Com o sucesso, o grupo Positivo resolver ousar e apostar nessa promissora área, comprando 50% da startup. De um lado, os novos empreendedores continuam no processo criativo dos produtos e serviços e, de outro, a empresa fica por conta da gestão e dos processos do empreendimento. Assim, a parceria promete ainda mais crescimento.

3. Gestão na nuvem

Contabilizei é uma startup que oferece uma plataforma online de contabilidade para pequenas empresas. Simples e fácil de usar, o sistema é feito por meio da computação na nuvem. A ideia da startup atraiu grandes investidores, como o fundo Kaszek Ventures, o e.Bricks Ventures e o fundo internacional Endeavor Catalyst.

ContaAzul é outra startup de gestão financeira online, que oferece uma plataforma de gestão na nuvem para micros e pequenas empresas, tendo se tornado um negócio altamente escalável.

No mesmo segmento, a startup Zero Paper ajuda profissionais autônomos, empreendedores individuais e pequenas e microempresas a controlarem as finanças dos negócios mesmo sem muito conhecimento no assunto. O sucesso do sistema, com seus milhares de usuários, resultou na compra dessa startup brasileira pela Intuit, uma empresa americana de softwares de gestão financeira.

4. Inteligência artificial

Setor que vem crescendo e se tornando um dos mais promissores para os próximos anos, a inteligência artificial é aplicada pelas startups em inúmeros campos, como saúde, indústria de automóveis e até varejo.

Principalmente as grandes empresas, como Google, Apple e Intel, são atraídas por ideias prontas de startups, já que precisam das novas mentes empreendedoras para inovarem e manterem-se triunfando no mercado.

Um exemplo é o caso da Ford, que investiu na Argo, uma startup de inteligência artificial que visa transformar os automóveis em carros autônomos.

5. Site de empregos

Love Mondays é um site brasileiro que ajuda os profissionais a conhecerem as empresas, os salários pagos e a candidatarem-se a vagas de empregos. Fundado em 2014 por Luciana Caletti, a startup teve um grande crescimento em pouco tempo.

Além dos grandes aportes e investimentos recebidos, o Love Mondays deu um novo passo em 2016, com a venda da empresa para o portal Glassdoor. A fundadora permanece na liderança e na execução da startup, de modo que o modelo da transação favorece os dois parceiros.

Essas são apenas algumas das ideias prontas de startups que foram compradas por grandes empresas, resultando em grandes sucessos.

Como você pode ver, inserir-se no ecossistema do empreendedorismo significa não apenas adaptar-se às transformações do mercado, mas também estabelecer parcerias inovadoras e disruptivas para melhores resultados.

Imagem de marca: como se destacar em meio à multidão?
  • Benyamin Fard
  • 05/04/2018

Se você quer ser empreendedor de uma startup, deve saber que, provavelmente, vai precisar trilhar um caminho árduo e, muitas vezes, exaustivo. Não basta apenas uma grande ideia, criatividade e ousadia. Empreender exige tempo, dedicação, esforço e, ainda, destaque em meio à enorme quantidade de novas startups que surgem no mercado. Por isso, uma imagem de marca forte é fundamental para vencer a concorrência.

Como você, milhares de outros empreendedores também buscam o sonho de consolidar um negócio. E, para que sua startup consiga se desenvolver e se manter no mercado, é imprescindível saber se destacar.

Portanto, se você não quer ser apenas mais um empreendedor que desistiu no meio do caminho, confira algumas estratégias que separamos para lhe ajudar nesse processo.

6 dicas para ter uma imagem de marca forte

1 – Traga inovação para o mercado

Inovação é fundamental para ter uma imagem de marca potente. Ela é a palavra-chave das startups e, nesse sentido, não basta apenas criar versões diferentes de um mesmo produto ou de serviços que já existem.

Nem toda startup é necessariamente disruptiva ou revolucionária. Mas lançar um projeto autêntico é fundamental para se destacar em meio a inúmeras ideias repetidas ou semelhantes.

E lembre-se que sua startup precisa ter um propósito que ajude a se identificar na multidão.

2 – Resolva problemas reais

Ainda que inovação seja uma das maiores características de uma startup de sucesso, lembre-se de que sua ideia precisa ter utilidade na prática.

Resolver problemas concretos, melhorar a vida das pessoas e trazer impactos positivos para a sociedade certamente são fatores que atrairão a atenção do mercado. Portanto, procure dar uma solução viável para uma demanda específica e real.

3 – Tenha a excelência como lema

Outro ponto para ganhar destaque e criar uma boa imagem de marca é ser a melhor dentre as startups do ramo. Para isso, você pode observar a concorrência, estudar o mercado, investigar, pesquisar e até entrevistar os concorrentes.

Dessa forma, você conseguirá entender como pode oferecer uma solução melhor, que traga um verdadeiro diferencial para os usuários do seu serviço.

4 – Crie um Produto Mínimamente Viável

Aplicar o chamado Minimum Viable Product (MVP) nas fases iniciais da sua startup pode ser um grande diferencial para que ela tenha êxito ao ser lançada no mercado. Além de evitar desperdício de tempo e dinheiro, criando um MVP você garante mais qualidade ao produto e menor chance de riscos e erros.

Para isso, realize muitos testes, corrija todas as falhas, faça inúmeras verificações. Depois, leve o produto para testes externos, para que alguns usuários e profissionais da área o conheçam. Realize experimentações práticas e faça bom proveito das críticas, sugestões e de todo feedback que receber.

Assim, com pouco recurso e em uma escala menor, você garante a maior qualidade possível para o produto final, reduzindo o nível de incertezas e ganhando maior aceitação no mercado.

5 – Ofereça uma boa experiência de usuário

O conceito de user experience é outra forma de ganhar destaque no mercado. Uma das melhores maneiras de conquistar o usuário é fazendo com que ele tenha uma boa experiência com o seu produto. Assim, ele retornará ao seu serviço e o indicará aos amigos, ajudando você a atrair e fidelizar clientes.

Portanto, pense em um visual agradável para sua marca, em sistemas intuitivos, forma de pagamento simples e segura, entre outros detalhes que garantam boa usabilidade do produto. Tudo isso agrega valor para a sua startup e gera confiança no usuário, o que é um ótimo diferencial competitivo.

6 – Invista na divulgação da sua marca

Outra estratégia fundamental são as ações de marketing, que dão visibilidade para a marca. Ações estrategicamente voltadas para o seu público-alvo criarão uma imagem forte e consolidada. Por exemplo:

  • Gestão de redes sociais;
  • Criação de conteúdo para blogs;
  • Investimento em anúncios patrocinados.

Essas ferramentas são poderosas não só para lançar e divulgar sua startup, mas também para gerar um público fiel e engajado.

Portanto, para que sua ideia não seja esmagada pela concorrência, aplique essas dicas. Elas vão ajudar sua startup a ganhar destaque no mercado e a criar uma forte imagem de marca!

Como investir em uma startup?
  • Benyamin Fard
  • 20/03/2018

As startups têm cada vez mais se mostrado empreendimentos atrativos e interessantes. E não apenas para os seus fundadores. Investir nessas empresas emergentes pode trazer bons frutos para quem coloca dinheiro nelas. Mas, a dúvida que surge é: afinal, como investir em uma startup?

Algumas dificuldades podem surgir para o investidor nesse processo:

  • Não conhecer totalmente a regulação dos contratos;
  • Não saber por onde começar;
  • Não saber como avaliar as empresas para buscar um projeto confiável e promissor.

Entrar no ecossistema das startups pode não ser tão simples, mas existem formas de facilitar esse processo. Uma delas é o investidor se aliar a uma aceleradora.

A seguir, saiba mais sobre como investir em uma startup, junto a uma aceleradora, e as vantagens desse procedimento!

Como investir em uma startup por meio de aceleradoras

Você decidiu investir em uma startup e tem um grande aporte financeiro, mas não sabe por onde começar? Antes de aplicar seu dinheiro, é preciso levar em consideração alguns fatores, como, por exemplo:

  • Você tem autoconhecimento? Quais são seus motivos para investir, suas competências para avaliar projetos e limitações como investidor?
  • Qual tipo de relacionamento você quer com o empreendedor? Ser sócio, estabelecer uma parceria ou ser fornecedor?
  • Por quanto tempo e qual porcentagem do capital líquido você vai investir?
  • Você sabe como negociar com o empreendedor?
  • O que você quer ganhar com a startup e o que está disposto a ceder?

Além dessas perguntas, ainda há muito a ponderar antes de investir. Entre a busca pelo projeto mais viável e a tomada da decisão, você deve ter a certeza de que possui o conhecimento para isso. É preciso interpretar dados, informações e parâmetros necessários para decidir em investir ou não, assim como ter ferramentas, tempo e uma equipe para auxiliar no processo.

Pensando em tudo isso, investir em uma startup por meio de aceleradoras pode ser o caminho mais vantajoso, facilitando – e muito – o trabalho do investidor.

Benefícios desse processo

Escolher a melhor startup, conhecer seu mercado de atuação, avaliar o negócio, validar a proposta de valor, dentre tantas tarefas, se torna um processo bem mais fácil com uma aceleradora. Veja os principais benefícios:

Avaliação de projetos

A avaliação de projetos, por exemplo, necessita de conhecimentos específicos, com ferramentas, parâmetros e dados adequados para a escolha de uma startup promissora e que tenha identificação com os propósitos do investidor.

Assim, a aceleradora promove o encontro entre a startup de ótima escalabilidade com o melhor investidor. Isso gera aumento do potencial de retorno do investimento e assegura, portanto, uma conexão ideal entre investidor e empreendedor, a partir do propósito de negócio de ambos.

Aspectos legais

Outro ponto de atenção necessário são os aspectos legais. Isto é, o modelo jurídico do investimento. Errar na parte burocrática pode ser prejudicial, gerando riscos para o investidor ou, no mínimo, comprometendo o valor de retorno do investimento.

Com uma aceleradora, é possível garantir a expertise necessária para alinhar os interesses de cada uma das partes, sem que o investidor precise se preocupar com advogados para isso.

Conhecimentos de empreendedor

Além disso, também é preciso que o investidor tenha bons conhecimentos do ecossistema do empreendedorismo para ajudar a startup em seus estágios iniciais. Como:

  • Entender do mundo das startups;
  • Garantir um bom networking;
  • Estar disposto a investir, além de dinheiro, também seu conhecimento em gestão, estratégia e modelo de negócio.

E, para isso, é preciso tempo, redes de contatos, experiência de mercado e demais condições para um investimento de sucesso. Felizmente, todas essas questões podem ser facilmente sanadas por uma aceleradora.

Além disso, juntar-se a uma startup pode trazer outros benefícios, como ampliação do seu conhecimento enquanto investidor e troca de experiências e aprendizado.

Você poderá se integrar ao ecossistema das startups e se aproximar de outros investidores, sempre ao lado de uma aceleradora, que detém o know-how sobre o assunto e pode dar o suporte que você precisa.

E aí, gostou de saber como investir em uma startup? Como você pode ver, com uma aceleradora é possível aplicar seu dinheiro com muito mais assertividade, otimizando os resultados e gerando maior potencial de retorno.

4 problemas empresariais que foram resolvidos por meio de startups
  • Benyamin Fard
  • 12/03/2018

Se sua empresa está em busca inovação e de diferenciais competitivos para se manter ativa no mercado, as startups podem ser uma ótima oportunidade para o seu negócio. Além de trazerem inovação incorporadas em suas soluções, ajudam a garantir a sobrevivência das empresas no médio/longo prazo.  E, ainda, podem atuar na resolução de problemas empresariais complexos, melhorando resultados de produtos, serviços ou processos.

Quer saber mais sobre as dificuldades de grandes corporações que foram resolvidas por startups? Neste artigo, separamos 4 grandes problemas empresariais como exemplos para você.

Acompanhe a seguir e saiba como uma startup pode ser útil também para o seu negócio!

4 problemas empresariais resolvidos por startups

1. Competitividade do setor industrial

A era atual é esta: Quarta Revolução Industrial. Passada a Terceira Revolução, representada pelos robôs das fábricas, o que a indústria precisa atualmente é de tecnologia e sistemas inteligentes.

E são as startups que resolvem isso. Elas trazem a inovação para a indústria, otimizando processos e tornando-os mais eficientes, dando mais qualidade aos produtos e serviços, além de aumentar a produtividade da empresa.

Com os projetos de startups que coletam e analisam dados, como a Intelup, tudo na indústria é diagnosticado com detalhes e em tempo real, evitando as falhas operacionais.

Para que uma organização aumente sua competitividade no mercado e não fique para trás daqui a alguns anos, a adaptabilidade a essas transformações é imprescindível.

2. Custos excessivos em logística

Um dos grandes problemas do comércio eletrônico é a entrega de mercadorias. Visto que o frete representa um dos maiores gastos de uma loja virtual. É exatamente aí que as startups entram para resolver problemas.

É o caso da Mandaê, um empreendimento que propõe trazer a inovação para a logística, criando um sistema de entregas mais fluido e menos oneroso.

A startup cuida de todo o processo de envio de produtos: retira, empacota e entrega as encomendas. Com o grande volume de entrega, o valor do frete é atenuado pelos Correios ou pelas transportadoras, resolvendo, assim, o maior problema do e-commerce.

3. Comunicação entre funcionários e gestores

Outro problema comum do mundo corporativo está relacionado à comunicação interna. Principalmente as grandes empresas encontram obstáculos para ter um controle em grande escala nesse aspecto. Startups que desenvolvem softwares de gestão para empresas ajudam a resolver essa questão.

No caso da Asapp, por exemplo, a startup traz melhorias na comunicação organizacional por meio de pesquisas, gamificação e engajamento dos funcionários. Além disso, as interações entre gestores e colaboradores em tempo real tornam o processo mais ágil e eficiente.

4. Modelo de gestão tradicional

O modelo de gestão burocrático das grandes companhias é um dos maiores problemas empresariais que existe. A burocracia nas ações, a lentidão na tomada de decisão e as rígidas exigências jurídicas e contratuais atrapalham as empresas, fazendo-as perder oportunidades ou atrasar processos.

O mundo atual é repleto de rápidas e constantes mudanças. Para acompanhar todo esse dinamismo, é preciso adotar métodos mais enxutos e um modelo de gestão mais eficiente.

Para resolver esse problema, a parceria com startups é a melhor opção para quebrar os paradigmas da gestão tradicional e trazer inovação para a organização. O estilo mais ousado dos novos empreendedores traz como benefício maior agilidade para os processos e, por consequência, resultados melhores e mais rápidos.

Esses são alguns dos principais problemas empresariais resolvidos pelas startups. Afinal, a principal função dessas empresas emergentes é, justamente, solucionar questões atuais, trazendo impactos significativos para o mercado e para a sociedade.

Relacionamento entre empresas e startups: a sua está preparada?
  • Benyamin Fard
  • 01/03/2018

O relacionamento entre empresas e startups é cada vez mais tendência no mercado. Mesmo assim, algumas companhias ainda são resistentes à cultura da inovação, perdendo muito com uma postura fechada e conservadora.

Grandes organizações, como a Coca-Cola e a Natura, por exemplo, já têm se aproximado dos novos empreendedores, a fim de buscar soluções criativas e inovadoras para o seu negócio.

Por isso, se você deseja provocar uma excelente mudança na sua empresa e garantir um diferencial competitivo, deve se atentar para essa questão e, talvez, olhar para as startups com novos olhos.

Entenda melhor sobre esse tipo de parceria e saiba como o relacionamento com startups pode ser benéfico para as grandes empresas.

Será que a sua empresa está preparada para essa relação? Acompanhe!

O relacionamento entre empresas e startups

Se sua empresa considera uma startup como um investimento de alto risco ou não vê motivos para investir em um empreendimento pequeno e imaturo, é natural que aconteçam alguns problemas de relacionamento. Uma mentalidade empresarial baseada em preconceitos pode impedir os bons frutos dessa relação.

Para que a empresa esteja preparada para iniciar uma relação com startups, o primeiro passo é ter a mente aberta e livre de prejulgamentos. Tratar as empresas emergentes como fornecedoras, por exemplo, ou lidar com desrespeito só porque elas têm menor poder econômico, são grandes erros.

As startups são vistas como reflexo de seus empreendedores e líderes. Portanto, é preciso lidar com elas com a singularidade que cada uma tem, com respeito e senso de justiça.

Em segundo lugar, você precisa entender porque essa relação pode ser benéfica. Como em todo bom relacionamento, a cooperação entre empresas e startups deve ser mútua.

Nessa parceria, o empreendedor iniciante ganha oportunidade de crescimento e aprende a aprimorar o seu negócio. Paralelamente, as grandes organizações ganham, sobretudo, com a capacidade para inovar e resolver seus problemas de forma criativa.

Os benefícios de um relacionamento com startups

Não há nada de errado em se aproximar e pedir ajuda para os pequenos empreendedores. As grandes corporações têm feito exatamente isso, visando superar as dificuldades para inovar.

Apesar da habilidade em processos, do reconhecimento da marca e do grande acesso ao capital, as empresas de grande porte costumam possuir algumas travas quando o assunto é inovação. Por isso, as startups podem ajudar na:

  • Criação de novos conceitos;
  • Descoberta de novas tecnologias;
  • Desenvolvimento de soluções disruptivas.

Elas também podem ser cruciais com suas ideias e insights. E isso pode ser o pontapé para a empresa criar programas mais complexos posteriormente ou, até mesmo, para inserir o empreendedorismo interno na corporação.

Empresas e startups: um caminho para a inovação

O relacionamento com as startups traz o espírito ousado e criativo do jovem empreendedor para o mundo dos executivos. Isso abre a mentalidade conservadora e, muitas vezes, burocrática das grandes corporações, mudando o modelo de gestão e o modo de pensar e fazer negócio.

A agilidade e a disrupção trazidas pelas startups podem ser o elemento-chave para a empresa expandir seus negócios. É válido ressaltar que essa necessidade urgente de inovação está em todos os setores, desde o de tecnologia até, por exemplo, os de saúde e educação.

Uma empresa que não se atualiza e não acompanha as rápidas mudanças, perde um dos pilares centrais que sustentam sua sobrevivência no mercado.

Portanto, o relacionamento entre empresas e startups é uma oportunidade de crescimento para os dois os lados. Abrir os olhos para essa realidade e deixar os preconceitos de lado pode ser mais benéfico para a sua empresa do que você imagina!

Agende-se: eventos de gestão e inovação em 2018
  • Benyamin Fard
  • 27/02/2018

Quem quer entrar para o mundo do empreendedorismo deve estar sempre antenado nas tendências do mercado. Não só os novatos, mas também os executivos veteranos precisam acompanhar de perto as rápidas mudanças, garantindo inovação e atualização.

Portanto, se você quer ser um líder de sucesso, anote na agenda os principais eventos de gestão e inovação em 2018 e não perca estas oportunidades!

Principais eventos de gestão e inovação em 2018

1. Oiweek

Oiweek — Open Innovation Week é um dos principais eventos na área de empreendedorismo e inovação, tendo como grande foco a relação entre startups e grandes empresas.

Na 10ª edição, o evento reúne as maiores corporações e as startups mais atrativas para criarem soluções para os problemas do mercado e os desafios da sociedade.

Na Oiweek também ocorre o movimento 100 Open Startups, que tem como intuito promover, entre as startups selecionadas e os grandes executivos, um debate sobre parcerias, investimentos, novas práticas e maneiras de trazer soluções inovadoras.

É uma grande oportunidade para o empreendedor encontrar empresários interessados em investir na sua solução e firmar contratos.

Quando: 18, 19 e 20 de março
Onde: Golden Hall – São Paulo
Para saber maishttp://www.oiweek.com.br/queroirstartup

2. APAS Show

O Congresso de Gestão da APAS Show é promovido em parceria com a FGV-EAESP e traz as atualidades do setor nos campos de marketing, gestão, estratégia e outras áreas fundamentais para a liderança de lojas e varejo.

As palestras são feitas por especialistas internacionais, convidados especiais e representantes organizacionais.

Quando: 8, 9 e 10 de maio (com palestra inaugural no dia 7 de maio destinada apenas a convidados)
Onde: São Paulo
Para saber maishttps://www.easyeventos.com.br/webCongresso

3. ExpoGestão

Um dos maiores encontros empresariais do país, este evento une o pensamento à prática de gestão. A ExpoGestão reúne líderes e gestores, promovendo a troca de experiências na área, networking e atualização das tendências do mercado.

O evento conta com palestras de lideranças mundiais, além de congressos, feiras e workshops. No congresso, também ocorrem debates com os maiores líderes empresariais de diversos setores, que trazem casos reais e atuais do mundo dos negócios, ideias inspiradoras e muito aprendizado sobre o ambiente corporativo.

É uma ótima oportunidade para quem busca criar conexões com empresas, expor novos negócios e interagir com grandes líderes empresariais.

Quando: 8, 9 e 10 de maio
Onde: Joinville (SC)
Ingressoshttp://www.expogestao.com.br/

4. HSM

HSM Leadership Summit é um evento com foco na liderança no contexto de transformações na economia, no mercado e na sociedade. Para manter uma liderança atualizada, o evento reflete sobre o líder contemporâneo e as competências necessárias para atuar na era da informação e inovação.

Além de contar com material de apoio, aprendizado e networking, o participante ganha certificado online, dando um upgrade na sua formação.

Quando: 5 e 6 de junho
Onde: São Paulo
Ingressoshttps://www.hsm.com.br/hsm-leadership-summit/#investimento

5. Startup SC Summit

Focado em tecnologia e inovação, o Startup SC Summit é um evento que representa o ecossistema empreendedor de Santa Catarina.

Há palestras com CEOs de startups catarinenses que são referência em todo o Brasil, participação de convidados de empresas de tecnologia nacionais e internacionais, além de mentorias e trilhas especiais com universidades, venture capital e aceleradoras.

Além de palestras, workshops e painéis, o evento também traz cases de sucesso e insights para o participante impulsionar sua startup. E nós conseguimos um descontão para você. Compre aqui!

Quando: 12 e 13 de julho
Onde: Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira – Florianópolis

6. Whow!

Whow! Festival de Inovação, que acontece em São Paulo, é uma iniciativa do Grupo Padrão e conta com palestrantes especialistas nas áreas de inovação, design, criatividade e estratégia.

O evento promete romper com os velhos modelos mentais, proporcionando experiências únicas, networking e uma verdadeira imersão na economia criativa.

O participante contará com workshops, palestras, painéis, debates, visitas criativas, além de trocar muito conhecimento, experiências e ideias inovadoras para colocar sua startup para rodar.

Quando: 24, 25 e 26 de julho
Onde: Espaço Setip – São Paulo
Ingressoshttps://gpadraoloja.com.br/visitantes/inicio.php

Esses são os principais eventos de gestão e inovação em 2018. Se você quer ser um empreendedor de sucesso, assine nossa newsletter e mantenha-se sempre atualizado!

As startups na indústria: a revolução do ecossistema
  • Benyamin Fard
  • 16/02/2018

Aposto que sempre que você ouve a palavra “startup”, sua mente a relaciona às inovações no campo digital e ao consumidor final (B2C). Fique tranquilo, isso não acontece por acaso. A maioria delas possuem essas características, mas isso tem mudado. Está cada vez mais comum encontrar as startups na indústria.

Muitos dos artigos ainda falam sobre não economizar nos testes A/B, analisar a jornada do cliente na plataforma, gerar leads através de estratégias de Content Marketing, entre outros temas. Esses “mantras” chegam a soar como universais.

Mas… e se meu modelo de negócio não é de um marketplace ou de uma plataforma online? Se meu público são outras empresas, tudo isso se aplica integralmente? A resposta é simples: não.

Diversas startups estão atuando entre a fronteira do físico e do digital. Na verdade, elas partem do mundo físico para então agregar uma camada de inteligência aos dados capturados.

Simplificando: elas digitalizam o mundo a nossa volta para melhor manipulá-lo em um universo em que gravidade e velocidade não são fatores relevantes – o universo digital.

Talvez um pouco menos glamouroso que o 100% digital e voltado ao B2C, mas não menos disruptivo e revolucionário. E, de certa forma, muito mais desafiador, como veremos.

Ganhos surpreendentes das startups na indústria

Os ganhos vão muito além de escanear o mundo físico. Os resultados também. Quem acompanha de perto os impactos de Transformação Digital dos negócios sabe bem disso. Um exemplo: já imaginou o que a câmera digital do seu celular proporciona?

Transformar a foto/imagem analógica em digital permite muito mais do que simplesmente uma armazenagem rápida e fácil. No digital, fluido e sem os limites do mundo físico, ela pode ser manipulada, compartilhada, melhorada e reaproveitada com extrema facilidade. É disso que se trata: digitalizar o mundo traz muitos ganhos exponenciais.

Portanto, há um enorme número de startups focadas em B2B/B2B2C em que a inovação depende da captura de dados do mundo físico para viabilizar/alimentar a geração de insights e predições. Ou seja, a inovação das startups na indústria, revolucionando o sistema.

Mas, não se limitam a isso. Elas focam na união dos dados dos sensores com o que se convencionou chamar de dark data (dados que são coletados para fins de controle ou histórico, mas que não são aproveitados para fins de análise e tomada de decisão). Esse é o verdadeiro “pulo do gato”!

São modelos de negócio, portanto, que envolvem soluções em que analógico e digital se tornam um só. E essa é sua maior proposta de valor.

O destaque fica para os sensores de todo tipo: desde a boa e velha telemetria até avanços formidáveis de itens como tags, beacons e câmeras inteligentes (com reconhecimento facial), por exemplo.

Acrescente isso à lógica da Internet das Coisas (IoT), em que os equipamentos passam a estar em rede, com seu próprio endereço IP. Isso acontece para termos um cenário em que passa a ser possível mapear e entender o comportamento e a interação de objetos, de máquinas e até de pessoas no ambiente, no tempo e no espaço – como nunca até então.

A metáfora

Se, de um lado, a evolução e o barateamento dos sensores, somados à IoT, abre um leque amplo de possibilidades de captura, de outro lado, temos a evolução vertiginosa da Inteligência Artificial (AI) nos últimos anos para viabilizar a análise e a predição (um oráculo para o futuro).

Antes da AI, vale notar, olhávamos apenas no retrovisor em uma abordagem que unia Business Intelligence e Big Data – convenhamos, entre nós, é um nome pomposo para um agregador/visualizador, em que inteligência de fato não há.

Agora, estamos falando de fazer com que a AI varra constantemente o Big Data gerado não só pelos sistemas legados, mas também por sensores cada vez mais sofisticados. E, com isso, procure padrões e gere insights, projetando o futuro e aprendendo com o passado, constante e indefinidamente.

Uma das startups na qual atuo como mentor tem como modelo de negócio essa abordagem em warehouses. Abordagem que aumenta a produtividade e reduz perdas, a partir do mapeamento do comportamento das pessoas via sensores, unindo esses dados com o que já há no WMS, nos KPIs dos processos, na telemetria e nos demais legados.

Esse é um nicho fascinante, no qual estamos mimetizando o próprio corpo humano. Onde havia apenas membros (máquinas, objetos), agora temos sentidos (sensores), sistema nervoso (rede) e, finalmente, o cérebro (AI).

É certamente algo complexo e desafiador, pois faz com que essas startups precisem tanto se ocupar das limitações do mundo físico quanto dos desafios de integrar os dados gerados com os dos legados, para então encarar a ainda mais desafiadora tarefa de gerar predições.

E, com isso, revolucionar negócios, em especial na indústria (a tal da quarta revolução industrial de que se fala). Tragam os holofotes. Elas (também) merecem, e muito.

Plataforma Dynamique Blockchain: a revolução do mercado de BPM
  • Benyamin Fard
  • 14/02/2018

Blockchain é a tecnologia por trás das criptomoedas, que por si só já estão causando euforia e debates intermináveis em todo o mundo. É visível a revolução que as criptomoedas (como o Bitcoin, por exemplo) tem imposto ao tradicional mercado financeiro global. Isto porque, as instituições financeiras historicamente buscaram criar um laços de confiança com seus clientes, especialmente baseados no seu lastro, ou seja, a garantia implícita de que um ativo não se perderá.

Há alguns séculos a maneira mais segura de manter suas riquezas seria entregá-las para administração a instituições financeiras, que – obviamente cobram por esses serviços (e não são baratos, como bem sabemos). Mas, com o Blockchain e as criptomoedas esta realidade tende a mudar rapidamente, pois a tecnologia tende a eliminar intermediários em transações e instituições financeiras, que em sua essência atuam como negociadores.

Já quando falamos em Blockchain no mundo das criptomoedas, seguimos para uma linha diferente, aplicada às corporações. E é nesse contexto que a plataforma Dynamique Blockchain se destaca. Quer saber mais? Leia neste artigo.

O Blockchain

Antes de tudo, precisamos explicar o que é e como funciona o Blockchain. Essa tecnologia é uma estrutura de dados encadeada que – de maneira muito simplista – funciona como um sistema criptografado de contabilidade.

Ele faz os registros de todas as transações e movimentações de forma a criar um “hash”, uma cadeia de informações tal qual um sequenciamento genético que em sua combinação resulta em uma ação ou comando.

Uma das coisas mais incríveis é que o Blockchain permite armazenar informações em nuvem de maneira segura, confiável e perpétua, sem a necessidade de intermediários.

Mas, só serve para moedas virtuais?

Não, essa tecnologia pode ter diversas aplicações. Inclusive, vários segmentos da economia já demonstraram interesse nela. Um exemplo diferente de como pode ser usada: uma carga de soja enviada dos Estados Unidos para a China foi o primeiro carregamento agrícola que teve todas as etapas registradas em Blockchain.

Outro setor que deverá se beneficiar do blockchain é o setor de conteúdos audiovisuais, haja visto que toda a remuneração pelo consumo de conteúdo será feita automaticamente aos autores, produtores, distribuidores, etc., sem intermediários ou falhas.

A plataforma Dynamique Blockchain e o Business Process Modeling

A plataforma Dynamique Blockchain, pioneira no seu segmento no Brasil, objetiva revolucionar e contribuir assertivamente no combate às fraudes em sistemas corporativos. Isso é possível devido à junção do desenho de processos, integração com sistemas externos e distribuição dos registros.

Com essa tecnologia, a plataforma garante a segurança total do armazenamento e compartilhamento de documentos, processos e informações corporativas. Por exemplo: os dados de uma compra com o valor “X”, feita pela pessoa “A”, são armazenados e distribuídos através dessa tecnologia, gerando protocolo de identidade da pessoa envolvida e da ação realizada, processo de dificílima violação.

Portanto, o Dynamique Blockchain garante a autenticidade do “momento” de uma determinada ação dentro de um processo. Ou seja, o que foi feito e quem aprovou determinada ação, criou um documento, realizou uma compra ou mesmo finalizou uma tarefa.

As vantagens

O que tem animado os CIOs (Chief Information Officer) sobre o Blockchain é a habilidade de escala em uma empresa, o que gera um efeito de rede de confiança digital.

Por exemplo: todas as partes interessadas em uma cadeia de suprimentos suportada por Blockchain recebem uma cópia do registro existente autenticado. Caso algo impacte essa supply chain, todas as partes podem ficar tranquilas. Isso porque aquilo que o registro digital informar que aconteceu, realmente aconteceu.

O bloco não é controlado por qualquer parte, mas verificado por uma rede de usuários de computadores, com informações armazenadas em registros imutáveis.

Isso significa que pessoas que estejam agindo de má fé e que eventualmente excluem ou alteram dados de entradas em processos deixam uma trilha visível.

Os diretores de tecnologia dizem aos seus CIOs, nos EUA, que usar um ledger digital para garantir confiança é algo que as tecnologias rivais do Blockchain não oferecem atualmente.

“O Blockchain é uma daquelas coisas que será mais uma vantagem competitiva com o tempo”, afirma o CIO da TD Ameritrade, Vijay Sankaran.

Resultado da aceleração: Startup Bee2Share
  • Benyamin Fard
  • 09/02/2018

Bee2Share é uma plataforma digital que traz utilidade e melhor aproveitamento para as máquinas ociosas do mercado industrial. Com base na economia compartilhada, os fundadores conectam empresas e indústrias. Assim, proporcionam o encontro entre a demanda de quem necessita de um equipamento e a oferta de quem tem a máquina disponível.

Bee2Share conta com um modelo de negócio inovador. As empresas podem se cadastrar gratuitamente para oferecer suas máquinas e serviços. No site, também é possível pesquisar todas as possibilidades no inventário e solicitar cotações. Com esse sistema de aluguel e contratação de equipamentos, a startup ajuda a criar conexões de negócio e a gerar mais receita para as empresas, facilitando o compartilhamento desses ativos.

Os três fundadores da plataforma — Cláudio D’Amato, Derian Campos e Diego Vegini — tiveram a ideia na época em que moraram em Michigan, nos Estados Unidos. Eles identificaram que toda indústria passa pela necessidade de contratação e fornecimento de peças e máquinas.

A startup veio, justamente, para solucionar essa dor do mercado. E faz isso de forma inteligente: sem interferir nas negociações. Basicamente, a empresa interessada escolhe quando usar a plataforma e paga pelo benefício de fazer contato com a companhia detentora das máquinas. Assim como pela maior facilidade para fechar negócios.

Com rápido posicionamento no mercado, a Bee2Share contou com a parceria da aceleradora Spin Exponential Business. Se liga em como foi o processo e o resultado da aceleração!

O resultado da aceleração da startup Bee2Share com a Spin

Em meados de 2017, a startup lançou o projeto piloto. Hoje, ela está no programa de aceleração da Spin. Colhendo rápidos resultados, crescendo em média 25% por mês e com perspectivas muito animadoras de curto, médio e longo prazo.

Como estava antes da aceleração?

Antes de entrar para a aceleradora, a startup Bee2Share estava em fase de operação, com os primeiros clientes da plataforma em momento de validação do projeto. Seus fundadores ainda buscavam posicionamento de mercado e melhor alinhamento do modelo de monetização.

Como está agora?

Atualmente, a Bee2Share já se encontra posicionada no mercado. Com a Spin, a startup entrou em fase acelerada de aquisição de clientes (tração), modelou sua estratégia de monetização. Também, definiu estratégia de go-to-market alinhada à estratégias de growth hacking e já está em discussão com os potenciais investidores.

Os fundadores da startup se interessaram pela Spin devido ao foco na aceleração de startups voltadas à demandas de Indústrias e Grandes Corporações.

O que ganhou?

Na Spin a Bee2Share teve acesso à uma super estrutura física completa, consultorias, coaching e uma ampla rede de contatos e parceiros. Além de contar com tudo isso, a startup ganhou acesso qualificado à rede de mentores, composta por empresários renomados e ampliou seus potenciais clientes.

Também teve acesso a potenciais investidores, escolhidos de maneira assertiva para trazer os melhores resultados dessa parceria. E mais: a startup ganhou visibilidade e exposição nacional e estadual em grandes veículos de imprensa e mídias, trazendo novas perspectivas de crescimento para o negócio.

No que evoluiu?

Com o acompanhamento da aceleradora, a Bee2Share apresentou grande evolução quanto aos valores e à mentalidade focados no crescimento. A capacidade de resiliência e de superação das dificuldades pelas quais toda startup passa foi um dos grandes passos da Bee2Share.

A empresa também evoluiu quanto à capacidade de engajamento do time. E, ainda, desenvolveu a visão das próximas fases de evolução da startup, com melhor planejamento e estratégias.

Resultado da aceleração: Startup Iofish
  • Benyamin Fard
  • 06/02/2018

Iofish, de Jaraguá do Sul, é uma startup catarinense que criou uma plataforma de “internet dos peixes”. Essa tecnologia pioneira é voltada para a gestão na aquicultura.

O sistema tem por objetivo trocar as planilhas feitas com o velho papel e caneta por um aplicativo que otimiza os processos e traz melhorias para o controle da criação de peixes e camarão.

André Nascimento, idealizador do projeto, identificou a necessidade de mercado e levou inovação e tecnologia para as lagoas e tanques de produção de peixes em cativeiro. Com a plataforma online é possível:

  • Coletar os dados do cultivo;
  • Acessar e gerir informações em tempo real;
  • Criar relatórios para análise.

Tudo isso, traz maior assertividade nas decisões do produtor. Além disso, o controle dos gastos, quantidade de ração, temperatura da água, nível de oxigênio e amônia e demais dados se torna mais preciso com o Iofish.

Assim, o produtor consegue criar melhores condições do ambiente para reduzir perdas e potencializar o desenvolvimento dos peixes, aumentando sua lucratividade.

A Iofish foi uma das 6 startups aceleradas em nosso primeiro ciclo, o que ajudou a startup alavancar no mercado. Saiba mais sobre o processo e o resultado da aceleração!

O resultado da aceleração da Iofish com a Spin

A startup procurou a Spin ainda nos primeiros passos do projeto. Com os benefícios do programa de aceleração, conseguiu avançar rapidamente. Estruturou seu modelo de negócio, ajustou a combinação tecnológica a ser utilizada, e recebeu reconhecimento das grandes mídias e perspectiva de crescimento no mercado.

Veja o processo da aceleração e seus resultados!

Como estava antes da aceleração?

Antes do processo de aceleração com a Spin, a Iofish estava em fase de MVP (Minimum Viable Product ou Produto Minimamente Viável, em português).

Estava, portanto, nas primeiras etapas do processo de desenvolvimento do projeto. Passando, portanto, em testes primários, coleta de dados sobre clientes e outras experimentações. Tudo isso, para confirmar a viabilidade prática do produto e do negócio.

Como está agora?

Com a aceleradora, a Iofish passou pela fase de testes e aperfeiçoamento. Já com o protótipo funcional, englobando as partes hardware e software do produto. O aplicativo já está pronto para as validações finais e para entrar no mercado.

Ele funciona como uma plataforma online, cujo acesso se faz por meio de uma assinatura. Junto ao app, o produtor necessita apenas de uma sonda wi-fi para o processamento do software, que também é comercializada pela Iofish.

O que ganhou?

Com a Spin Exponential Business, a startup teve acesso aos programas de mentoria, cursos, coaching, e todo o planejamento do projeto foi rediscutido.

A Iofish também contou com o apoio para a estruturação do modelo de negócio, para o processo de monetização e para a elaboração da estratégia go to market. Tudo isso, tornou a startup mais preparada e com melhor planejamento para chegar ao mercado com maior sucesso.

O novo app também recebeu grande exposição na mídia qualificada, contribuindo para uma perspectiva de grande alcance no mercado.

No que evoluiu?

A aceleradora Spin conta com uma ampla rede de contatos, promovendo o networking e mentorias especializadas. Medidas necessárias para uma startup se consolidar.

Com a possibilidade de encontros exclusivos com empresários e investidores, a Iofish evoluiu sobretudo quanto ao alinhamento de potenciais parceiros e fornecedores, com a conquista da parceria ideal e rumo aos melhores resultados.

E aí, gostou de saber mais sobre o resultado da aceleração da Iofish? Também quer lançar sua startup no mercado e obter resultados rapidamente? Então, não perca mais tempo. Fale com a Spin e acelere o seu negócio!

13 dicas rápidas para montar um pitch vencedor e convencer investidores
  • Benyamin Fard
  • 01/02/2018

Ter ideias todo mundo tem. Ter boas ideias, já não é bem assim. E implementar estas ideias pode ser ainda mais seletivo. Se você quer entrar para o admirável universo das startups, precisa saber vender sua ideia inovadora para convencer investidores. Para isso você deverá montar um pitch certeiro, afim de apresentar o seu projeto e atrair o interesse de potenciais investidores, clientes, parceiros, colaboradores ou fornecedores.

Frequentemente, o novo empreendedor se preocupa muito em apresentar o plano de negócios ou o nome da empresa. Mas, mais do que isso, é preciso focar na sua ideia, no modelo de negócio e sua escalabilidade, mostrando sua oportunidade e como a startup pode ser a solução para uma grande dor de mercado.

Ao fazer um pitch, muito mais do que vender sua startup, você está se vendendo para as pessoas, pois – via de regra – os investidores e o mercado tendem a comprar primeiro o empreendedor, e depois sua solução.

Para que você crie um pitch excelente, separamos neste artigo 13 dicas rápidas (quase infalíveis) para você vender a sua ideia. Confira e aprenda a montar um material vencedor!

13 dicas para montar um pitch vencedor

1. Conheça o mercado

É fundamental conhecer bem o mercado em que sua startup vai se inserir, para mostrar claramente como ela vai agir e se posicionar.

2. Foque no seu público alvo

Conheça seu público, o comportamento e o perfil dos potenciais clientes. Assim, é possível elaborar uma estratégia eficaz para estimar o seu custo de aquisição, definir estratégias para escalar exponencialmente e atrair mais clientes para o seu negócio.

3. Apresente uma equipe engajada

Tenha uma equipe qualificada e engajada com o projeto. Reúna profissionais que não tenham apenas as competências complementares necessárias para o negócio, mas que também estejam realmente envolvidos com a ideia, que sonhem o sonho junto contigo.

4. Apresente o problema

Prepare o terreno e mostre, primeiramente, o problema que existe no mercado e que sua startup pretende resolver. Ela deve focar numa dor de mercado e no tamanho da dor. Somente depois vá para a solução.

5. Especifique sua solução

Esse é um dos fatores decisivos para montar um pitch vencedor. Evidencie como o seu produto ou serviço pode ser a melhor solução para resolver o problema do consumidor. Mostre validação, conquistas de clientes, mínimos resultados obtidos. Mostre porque sua startup é realmente necessária ao mercado.

6. Ressalte seus benefícios

Coloque em evidência os benefícios que sua solução oferece aos clientes. Mostre os diferenciais competitivos do seu projeto e qual o potencial de crescimento do negócio no mercado.

7. Seja claro e objetivo

Um pitch costuma ser curto, normalmente durando pouquíssimo tempo (em média 2 ou 3 minutos). Portanto, é imprescindível que você seja simples, objetivo, preciso e apresente sua ideia com clareza e segurança para atrair a atenção dos investidores, a fim de que os mesmos se interessem em saber mais sobre sua startup.

8. Simplifique a sua ideia

Explicar uma ideia muito inovadora e complexa pode ser difícil. Por isso, simplifique sua proposta e torne-a mais fácil de ser compreendida. Foque nos pontos principais e os apresente com maestria. E entenda “pontos principais”, aqui, aqueles que mais impactarão os investidores.

9. Tenha um plano de investimento

Explique os fatores pelos quais você precisa de investimento e mostre, de forma clara, como você utilizará o capital para o desenvolvimento do seu projeto.

Tenha também uma estratégia de crescimento eficiente, de baixo custo e sustentado, contendo metas, tempo e recursos financeiros para atingir o break-even point (Ponto de Equilíbrio Financeiro, em português) do negócio.

10. Esteja preparado para o negócio

Quando apresentar sua ideia, você precisa estar inteiramente preparado para se dedicar ao projeto. Conheça todos os processos do negócio e demonstre que está disposto para tocar a ideia, mesmo que ela exija muito esforço com pouco recurso.

11. Atinja o coração dos investidores-anjo

Encare a reunião como uma conversa, e não como uma prova de fogo. Mais que dados e argumentos, é preciso conquistar a atenção do investidor. Para isso, você deve se colocar no lugar do público, para tornar o pitch mais pessoal e atrativo.

12. Treine bastante

Talento é sempre bem-vindo, mas não é um fator determinante. Mais importante que isso é estar aberto ao aprendizado e treinar muito. Ensaiar o seu discurso ajuda na preparação e a lidar melhor com imprevistos na hora da apresentação.

13. Demonstre uma boa atitude

Ser cordial, demonstrar senso ético e mostrar flexibilidade são atitudes fundamentais na construção de uma startup. Além disso, demonstrar paixão, autenticidade e transmitir boas energias também vai render impactos positivos para o seu pitch.

5 empresas que usaram a estratégia de Growth Hacking e alcançaram sucesso
  • Benyamin Fard
  • 30/01/2018

Startups buscam incessantemente atingir uma meta comum: crescer rapidamente. E para conseguir um crescimento acelerado e sólido no mercado cada vez mais digital é crucial conhecer a estratégia de Growth Hacking.

Muito utilizada por agências de marketing e empresas de tecnologia, ela é responsável por trazer resultados incríveis para um negócio.

Se você ainda tem dúvida sobre esse recurso, entenda melhor sobre o assunto e conheça neste artigo 5 empresas que utilizaram a estratégia de Growth Hacking e alcançaram sucesso.

O que é Growth Hacking?

Cunhado por Sean Ellis (especialista em crescimento de startups) em 2010, o termo Growth Hackingpode ser traduzido por algo como “atalho de crescimento”. O método complementa o marketing tradicional e é fundamentado principalmente em:

  • Criatividade;
  • Pensamento analítico;
  • Análise de métricas.

Os profissionais que desenvolvem essa estratégia — os growth hackers — têm como objetivo buscar formas de gerar um crescimento escalável para um negócio. Seja uma marca, um aplicativo, uma startup, etc., impactando um grande número de pessoas.

Para alcançar esse nível de crescimento acelerado, é preciso pensar fora da caixa e elaborar estratégias únicas para cada produto ou serviço. É necessário apostar em táticas inovadoras e testar formas inteligentes e diferenciadas de utilizar as ferramentas disponíveis no mercado, possibilitando melhores resultados com menos esforço e pouco investimento.

5 empresas que alcançaram sucesso com a estratégia Growth Hacking

Confira estes 5 cases de empresas que utilizaram a estratégia de Growth Hacking e entenda melhor como os hacks podem ser aplicados!

1. Airbnb

O atalho que alavancou a plataforma que permite as pessoas anunciarem e reservarem meios de hospedagem foi o Craiglist, um grande site de anúncios de imóveis na época.

O sistema de anúncios e reservas do Airbnb era oferecido também no Craiglist, onde um link divulgava a nova plataforma para os usuários. Utilizando outra rede, eles conquistaram um público maior, viralizando rapidamente.

2. Twitter

Além de impulsionar projetos iniciais, os hacks também podem ajudar um negócio a se reerguer. Esse foi o caso do Twitter. Depois do boom inicial da rede, muitos usuários deixavam de utilizá-la e acabavam cancelando a conta.

A metodologia foi compreender a experiência de usuário para adaptar a rede ao comportamento das pessoas. Então, a plataforma começou a indicar diversos perfis para um usuário recém-cadastrado seguir, o que gerou maior envolvimento com a rede.

3. Instagram

Os hacks também podem ser utilizados na distribuição do produto. Quando surgiu em 2010, o Instagram chamava-se Burbn e era uma rede social mais completa, como as demais.

Com a análise de dados dos usuários, o aplicativo foi reestruturado, focando suas funcionalidades nos filtros para fotos e nas curtidas de fotos de outros usuários. Expandindo também o produto para aparelhos além da Apple, tudo isso atraiu milhões de usuários tornando o app uma das redes mais utilizadas atualmente.

4. LinkedIn

O truque foi simples: permitir a criação de perfis públicos. Assim o LinkedIn fez com que seus usuários pudessem ser encontrados organicamente nos resultados de pesquisa do Google. Isso incentivou as pessoas a fazerem suas contas e utilizarem mais a rede.

O efeito, por sua vez, foi estrondoso. O atalho de crescimento foi responsável por um aumento de 2 milhões de usuários para 200 milhões.

5. Dropbox

Para aumentar a quantidade de usuários desse sistema de armazenamento de dados na nuvem, o Dropbox usou o caminho de gamification.

A ideia era oferecer um espaço adicional e sem custo para o usuário que convidasse outras pessoas para aderir à plataforma e para aquele que efetuasse a assinatura. Uma técnica simples, mas que serviu para aumentar em 60% o número de usuários do Dropbox.

Essas são algumas das empresas que utilizaram a estratégia de Growth Hacking, alcançando resultados acelerados e acima da média.

5 startups que foram aceleradas e hoje são o maior sucesso
  • Benyamin Fard
  • 25/01/2018

Para fazer uma startup alavancar e obter um rápido crescimento, a melhor forma é utilizar meios e estratégias de aceleração. Além de determinação, inovação e coragem para colocar uma nova ideia para rodar, os programas de aceleração são fundamentais para fazer uma startup dar certo.

São eles que aceleram a jornada da empresa emergente no mercado e consolidam o negócio muito mais rapidamente. Prova disso é que, segundo O Panorama das Aceleradoras de Startups no Brasil — uma pesquisa da FGV de 2016 —, o Brasil conta com mais de 1.100 startups aceleradas.

Por isso, vamos mostrar exemplos reais de startups que foram aceleradas e hoje são grandes nomes no mercado. Entenda como os programas de aceleração foram fundamentais na conquista do sucesso para elas se tornarem o que são hoje. Confira!

5 startups que foram aceleradas e hoje são referências nas suas áreas de atuação

1. Airbnb

Um dos maiores exemplos de startups que foram aceleradas e atingiram sucesso é o site Airbnb. Depois de receberem alguns “nãos” de investidores e financiarem o próprio projeto com o que podiam, os fundadores da Airbnb resolveram apostar em um programa de aceleração.

No início da jornada da empresa, em 2009, eles receberam investimento e construíram o modelo de negócios com o apoio da aceleradora. A equipe também contou com o conhecimento de mentores e com círculos de investidores.

O capital recebido contribuiu para a equipe viajar pelos Estados Unidos, a fim de conhecer melhor seu público e o nicho de mercado. Assim, conseguiram atrair cada vez mais usuários até se tornarem reconhecidos mundialmente no mercado.

2. Dropbox

Esta é outra empresa que aderiu a um programa de aceleração. Em 2007, a aceleradora alertou o fundador do Dropbox, Drew Houston, para que ele arranjasse um co-fundador, o que foi essencial para a startup dar o pontapé e começar a deslanchar.

Depois, participaram dos programas de aceleração e tiveram acesso ao conteúdo e à rede de investidores disponibilizada pela aceleradora. Dentro de poucos meses, lançaram o produto, alcançando rápida expansão.

Hoje a Dropbox é considerada uma startup unicórnio, que são aquelas empresas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão no mercado.

3. SendGrid

Outro bom exemplo de startups que foram aceleradas é o Sendgrid. Este é um provedor de serviços de e-mail, muito utilizado para envio de e-mail marketing e e-mails transacionais, por exemplo. Grandes empresas como Airbnb, Uber e Spotify usam o SendGrid.

A startup passou por um programa de aceleração em 2009 e, desde então, apresenta um quadro de constante expansão.

Atualmente, os fundadores possuem núcleos espalhados por todo o mundo e continuam em crescimento, visando o IPO (em português, Oferta Pública Inicial), que é quando, pela primeira vez, uma empresa promove a abertura de capital, vendendo ações para o público.

4. Contentools

Uma das maiores startups de marketing de conteúdo no Brasil, a Contentools é uma plataforma de criação de conteúdo para web. Reúne redatores, designers, editores e outros profissionais da área que prestam serviços para empresas.

Lançada em 2013, atualmente a empresa expandiu, ingressando no mercado americano graças à sua adesão aos programas de aceleração.

5. ContaAzul

Esta é uma startup brasileira que consiste em um software online de gestão financeira. A ContaAzulrecorreu a uma aceleradora em 2011, e com isso teve acesso a conteúdos para a sua expansão, uma ampla rede de empreendedores, mentores dos programas e, ainda, várias rodadas de investimentos.

Com a aceleradora todo o produto foi reavaliado, desde o nome, passando pelo branding até o relançamento do serviço no mercado. Em 2012, tudo isso rendeu à ContaAzul o título de melhor app brasileiro pelo The Next Web, além de se tornar referência internacional ao ser citada pela Forbes.

Essas são algumas startups que foram aceleradas e hoje são um grande sucesso, que continuam com destaque no mercado!

Se você tem ideias inovadoras e quer ver seu projeto na prática, não deixe de utilizar os programas de aceleração. Com uma aceleradora confiável e de qualidade, sua startup poderá se tornar escalável, atingindo patamares inimagináveis no mercado!

9 motivos para você apostar em uma aceleradora de startups
  • Benyamin Fard
  • 19/01/2018

Você tem boas ideias e sabe que elas têm grande potencial para darem certo. Ótimo, mas para que elas saiam do papel você precisará de experiência, rede de relacionamento e investimento para desenvolver o seu projeto. Se esse é o seu caso, está na hora de apostar em uma aceleradora de startups.

Caso queira ver seu projeto funcionando, uma aceleradora pode ajudar a transformá-lo em um negócio lucrativo, capaz de se consolidar no mercado rapidamente. Com o investimento — seja em recursos, conhecimento ou experiência de mercado —, é possível otimizar as operações de uma startup em todos os seus níveis.

Mas, se você ainda quer saber melhor porque deve apostar em uma aceleradora de startups, acompanhe a seguir os 9 motivos que separamos. Veja o que você pode ganhar com isso!

9 motivos para apostar em uma aceleradora de startups

Crescimento rápido

Como é de se esperar, uma aceleradora vai fazer seu negócio crescer de forma acelerada e, ao mesmo tempo, consistente e sólida. Sabemos que não é fácil começar a empreender, mas queremos ver os resultados logo, não é mesmo? Uma startup acelerada vê suas vendas, clientes e faturamento crescendo muito mais rapidamente.

Desenvolvimento da estrutura

Um empreendedor precisa dar conta de inúmeros aspectos de um negócio. Com os programas de aceleração, esse processo de criação e expansão se torna menos árduo. Eles ajudam a startup a desenvolver questões como:

  • Estratégias;
  • Modelo de negócio;
  • Proposta de valor;
  • Métricas e Validações;
  • Gestão de time
  • Governança
  • Toda a construção da estrutura da empresa emergente.

Metodologia e treinamento

Os programas de aceleração utilizam metodologias consolidadas e treinamentos contínuos com sessões de mentoria e coaching. Assim, o empreendedor da startup é colocado em contato com uma equipe de especialistas, que vão desde empreendedores de startups maduras, a empresários e executivos experientes ou mesmo especialistas de mercado, que ajudam a medir seu desempenho através de métricas e KPI’s específicas.

Isso é importante para que o jovem empreendedor receba a inteligência de mercado que os mentores e especialistas detêm para errar menos. E seja orientado nas áreas em que ainda não tem expertise.

Rede de contatos

Um dos aspectos mais importantes da aceleração é o networking. E uma aceleradora dispõe de uma enorme rede de contatos: grandes empresas, investidores, fundos, mentores, parceiros de negócio, dentre tantas outras possibilidades de relacionamento. Essa ação será crucial para atrair a atenção do mercado e de potenciais investidores para a sua startup.

Contato com outras startups

Nos programas de aceleração, você tem a oportunidade de conhecer outras startups e, assim, compartilhar ideias sobre problemas comuns e buscar novas soluções. Essa troca de experiências, e a participação no ecossistema empreendedor, contribui muito para o crescimento da sua startup.

Serviços subsidiados

Geralmente, as aceleradoras de startups contam com parceiros que oferecem diversas soluções ou serviços de forma gratuita ou subsidiada. Assim, colaboram com a redução de gastos e o tempo que o novo empreendedor deve dedicar à sua startup.

Plataformas em nuvem, contabilidade e monitoramento de mídias sociais são alguns exemplos.

Investimento na hora certa

Para trazer melhores resultados para as startups, a aceleradora contribui para que a captação de investimento seja feita no momento certo e com a devida preparação.

Assim, a escolha do investidor também será mais assertiva, a partir da rede de investidores-anjos e fundos de investimento da rede da aceleradora. O resultado é a união entre os melhores investidores com as melhores startups.

Direcionamento para o crescimento

Uma startup acelerada aprende as métricas e KPI’ direcionadas para seu crescimento sustentado, além do fortalecimento da mentalidade resiliente focada no aprendizado, na gestão de time, nos resultados e na expansão dos negócios. Tudo isso cria uma startup determinada a ter excelência no que faz, trazendo mudanças efetivas para o mundo.

Acompanhamento das startups

Startups graduadas normalmente recebem acompanhamento mesmo depois do processo de aceleração. Assim, garantem que os resultados obtidos bem como os vindouros sejam sustentáveis. Desse modo, a startup acelerada recebe auxílio desde as mentorias e coachings, passando por possíveis investimentos follow-on, até a sua consolidação, tornando-se um negócio exponencial no mercado.

E agora? Já sabe que apostar em uma aceleradora de startups é essencial para você para rodar sua ideia e pisar fundo no acelerador rumo ao desafiador mundo do empreendedorismo? Então,assine a newsletter para receber nosso conteúdo em primeira mão e curta nossa página no Facebook, para acompanhar outras dicas como essas!

5 motivos para sua empresa acreditar na parceria com startups
  • Benyamin Fard
  • 17/01/2018

Nem sempre é fácil disseminar a cultura da inovação em indústrias e grandes corporações. Embora elas precisem criar diferenciais competitivos para ganhar mais destaque no mercado e se manter a frente da concorrência, ainda há certa dificuldade para a implementação de processos inovadores.

Mas, para isso, empresas já contam com uma solução relativamente simples e abundante: a parceria com startups.

Se você deseja gerar mudanças efetivas e soluções criativas no seu negócio, saiba que startupspodem resolver diversos problemas da sua empresa, além de gerar novas oportunidades econômicas.

Startups são uma ótima alternativa para inovar em processos, produtos, serviços e até mesmo em modelos de negócio. A ideia é unir jovens arrojados com a maturidade das grandes empresas, para juntas trabalharem na solução de problemas, resultando em uma troca estratégica e produtiva para ambas as partes.

Por isso, vamos mostrar porque sua empresa deve acreditar na parceria com startups. Com estes 5 motivos, você verá que vale a pena apostar na estratégia de ter startups na sua cadeia de valor, trazendo inovações incrementais e até radicais para a sua empresa!

1. Startups trazem inovação

Mesmo que uma startup não proporcione necessariamente uma disrupção no mercado, elas estão ligadas a ideias promissoras, novos modelos de negócio e soluções inovadoras. Através de uma parceria com startups, elas podem trazer grande diferencial para o seu produto ou serviço, otimizando processos e melhorando a experiência dos clientes.

Além disso, as novas ideias ajudam grandes empresas sustentarem seu market share, a expandirem ainda mais, em novos nichos ou mesmo diversificando os negócios. Especialmente em momentos de crise, a inovação trazida pelas startups pode ajudar a corporação a superar obstáculos e transpor dificuldades momentâneas.

2. Startups despertam o espírito empreendedor

Um empreendedor de startup pode trazer o seu jeito criativo e arrojado para o mundo corporativo. Muitas vezes, os processos de uma grande corporação esbarram na sua própria inércia, por serem muito complexos, burocráticos e muitas vezes lentos.

Se o problema da sua empresa está no modelo de gestão, por exemplo, as startups contribuem para a quebra de paradigmas e a inovação dos modelos tradicionais, dando maior agilidade aos processos.

3. Startups garantem resiliência e sucesso futuro

O processo de inovação das startups é acelerado, baseado em ajustes rápidos, assim como a velocidade das mudanças do mundo atual. Sua forma ousada de atuar e de inovar ajuda, dessa forma, as grandes empresas a se manterem atualizadas, acompanhando tendências e as rápidas transformações do mercado, além de criar mudanças efetivas na sociedade.

Capazes de acompanhar o ritmo da tecnologia e da inovação exigido pelo mercado, são as startups, portanto, as possíveis gigantes prosperas de um futuro próximo. Nesse sentido, parceria com startups podem contribuir para uma maior resiliência corporativa e mesmo para a sobrevivência da empresa nos próximos 10 ou 20 anos, de modo que a corporação investidora tenha maior garantia reposicionamento de mercado.

4. Startups têm grande potencial de retorno sobre investimento

As jovens empresas de base tecnológica são altamente escaláveis e capazes de obter resultados rápidos e exponenciais, com um grande ganho de produtividade. Isso mesmo com uma equipe enxuta e sem muitos recursos.

Por isso, elas podem conquistar multidões além de gerar milhões em faturamento em um curto período de tempo. A vantagem do investidor em startup de fase inicial (early stage) é que ele pode realizar investimentos de valores menores (seed & investimento-anjo), mas com grande potencial de retorno, nos casos de startups bem sucedidas.

5. Startups podem resolver problemas de sua empresa

Startups bem sucedidas normalmente são aquelas hiperfocadas e que resolvem uma dor de mercado com grande demanda e possibilidade de escala.

Para uma parceria “empresa+startup” ser efetiva, a estratégia é focar na resolução de problemas. Assim, a atuação das startups deve solucionar alguma dificuldade atual da empresa ou melhorar processos e serviços já implementados.

E é importante frisar que startups podem atuar em qualquer área da empresa: compras, vendas, recursos humanos, logística, financeiro, produção, gestão, TI, P&D, etc. Ou seja, as possibilidades de inovar na sua empresa através de startups são inúmeras, bastando estar atento ao mercado, permanecer com as portas abertas para esta cooperação e escolher bons parceiros para otimizar esta relação (aceleradoras, por exemplo).

Em resumo, a cooperação entre startups e grandes empresas é extremamente benéfica, e está se tornando um imperativo para que as grandes corporações não fiquem para trás.

Para uma boa parceria com startups, é importante não subjugar as jovens startups, mas, em vez disso, ter em mente que incentivar seus novos negócios e o ecossistema de empreendedorismo inovador  pode garantir excelentes resultados para sua empresa.

Startups de sucesso podem destruir o seu negócio?
  • Benyamin Fard
  • 18/12/2017

Vivemos em um mundo dinâmico, em que tudo parece mudar cada vez mais rápido — principalmente o mercado. De fato, novos produtos, novos serviços, novos modelos de negócios e novas formas de trabalhar estão sempre surgindo e em constante evolução. Por isso, toda empresa que queira continuar crescendo precisa estar atenta a esse mundo de inovação.

Mas, se você sente que nem sempre é fácil ficar por dentro de tantas novidades, saiba que nem sempre a inovação tem a ver com grandes e abruptas mudanças. Ela diz respeito muito mais com a mentalidade de estar aberto a novas experiências, testando novos produtos ou mesmo em uma nova forma de organizar o negócio.

Nesse contexto, saiba que as startups de sucesso podem ensinar muito. Se você busca por soluções inovadoras para criar diferenciais competitivos para o seu negócio, veja como elas contribuem para a evolução das grandes empresas e como podem ser sua aliada!

As startups de sucesso são minhas concorrentes?

Uma startup de sucesso pode deixar qualquer empreendedor desconfiado. Será que elas podem arruinar o meu negócio? Como lidar com esse tipo de concorrente?

Primeiramente, é preciso compreender que, para sobreviver nesse mundo de inovação, mesmo as grandes empresas precisam abrir-se para o novo. É justamente essa capacidade de adaptação às mudanças que faz um negócio evoluir e se tornar mais produtivo e competitivo.

A inovação pode se manifestar tanto na tecnologia aplicada aos produtos e serviços, quanto na cultura organizacional. Assim, uma empresa também precisa se adequar a novas formas de trabalhar, gerir e se organizar. Com a mente aberta, o empreendedor verá que as startups de sucesso podem ser aliadas, e não concorrentes, trazendo mais ganhos do que ameaça para o seu negócio.

Isso se dá porque as startups são fundamentais no processo de inovação orientada ao mercado e, por isso, acompanhar seu desenvolvimento pode ser muito frutífero para as grandes empresas. Algumas corporações incentivam, inclusive, o intraempreendedorismo inovador, isto é, a criação de lideranças e startups dentro da empresa.

O benefício para o negócio é mútuo: enquanto as emergentes inovam e propõem soluções criativas, as grandes dão suporte e acesso às tecnologias, oferecendo escala para elas testarem suas ideias e produtos.

Por sua vez, as startups servem como um laboratório de ideias para as empresas já estabelecidas, que podem, dessa forma, experimentar sem se arriscar tanto. O resultado é uma rica troca de aprendizado, de modo que, juntas, agem transformando o mercado e a sociedade.

Ao observarmos a relação de grandes empresas com startups, o que tem valor é muito mais a viagem (aprendizado) do que o destino (solução).

Veja ainda como as grandes empresas podem aprender com o espírito inovador das startups de sucesso!

O que as startups têm a ensinar para grandes empresas?

Com a postura inovadora e criativa das empresas nascentes, as grandes corporações podem aprender e testar um novo modelo de gestão, baseado em conceitos como:

  • Hierarquia horizontal, que incentiva a profunda conexão entre os colaboradores e o bem-estar no ambiente de trabalho;
  • Liderança transformadora, que estimula igualmente a voz ativa de todos os funcionários;
  • Equipe atualizada com as novas tecnologias, para aperfeiçoar os métodos de trabalho e otimizar os processos;
  • Ambiente de trabalho inovador, que estimula a criatividade dos colaboradores;
  • Flexibilidade e simplicidade no modelo de gestão, evitando burocracias e procedimentos trabalhosos que dificultam a implementação de ideias;
  • Abertura para experimentações, sem medo de errar e com grande capacidade de resiliência.

Vale destacar outro importante ensinamento das startups de sucesso: o modo de lidar com o cliente. Enquanto muitas das grandes corporações entendem, apenas na teoria, que o cliente é peça fundamental de um negócio, as startups realmente fazem isso na prática.

Com isso, criam uma legião de consumidores fiéis por meio de uma comunicação direta, uma interação mais próxima e sem barreiras e uma escuta atenta ao feedback do cliente.

Portanto, o cenário atual do mercado mostra que é visível a necessidade de mudar o modo de fazer negócios, rever conceitos e se inspirar no caráter inovador e criativo das startups de sucesso.

Olhando para essas empresas não como concorrentes, mas como colaboradoras, é possível fazer seu negócio evoluir e trazer um diferencial competitivo, colocando-o à frente no mercado!

Startups em aceleração: Dynamique
  • Benyamin Fard
  • 15/12/2017

Toda empresa já sentiu como pode ser custoso quando um contrato importante está preso no e-mail daquele funcionário que acabou de sair de férias. Ou mesmo, quando um novo colaborador tem dificuldades em encontrar os documentos necessários para iniciar os seus trabalhos. Foi pensando nesses problemas que uma das startups em aceleração aqui na Spin, devolveu uma inovação utilizando o blockchain e a internet das coisas.

Venha conhecer mais uma das startups em aceleração.

Startups em aceleração: uma plataforma Business Process Model

Alguns empreendedores de Jaraguá do Sul desenvolveram uma ferramenta online, chamada Dynamique, para acabar com esses obstáculos. A plataforma utiliza tecnologia de ponta e promete facilitar a gestão do conhecimento.

“De acordo com um estudo realizado pela ABGD (Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Documentos), um funcionário pode perder até duas horas por dia na busca de um documento entre as áreas do empreendimento”, explica Fábio F. Silva, um dos fundadores da startup.

Além do armazenamento dos arquivos, existe a preocupação com a segurança. O Bitcoin tem mudado radicalmente o mercado financeiro com a nova moeda virtual e a tecnologia por trás disso, o blockchain, está começando a ser usada em outras áreas.

“Nossa ideia é garantir a segurança total do armazenamento e compartilhamento dos documentos das corporações. E através da tecnologia do blockchain isso será possível”, afirma Danilo Nader, sócio da startup.

Outro obstáculo, comum no mercado, são os processos de negócio. E essa ferramenta pode auxiliar as empresas a terem ganhos significativos, neste sentido. Geralmente, os processos não são mapeados, ficando presos na cabeça das pessoas e as decisões são centralizadas.

Existem diversas ferramentas de BPM (Business Process Model) no mercado, e as justificativas pra adotá-las são muitas. Além da redução de tempo, a organização e o monitoramento das atividades estão entre os fatores que fazem esse sistema ser fundamental.

O Dynamique

Dynamique vai além das ferramentas tradicionais de BPM. “Nós estamos implantando funcionalidades de Internet das Coisas e Inteligência Artificial nos novos projetos”, diz Silva.

A integração com tecnologias globais é fundamental para a realização desses diferencias. Podemos usar como exemplo um processo numa grande empresa que precisa medir o peso de uma determinada peça e identificar automaticamente, não só o peso, mas o tamanho, fabricante, modelo, etc. e inserir essas informações em um formulário. As opções são muitas.

Parceiros da IBM, os desenvolvedores do Dynamique utilizam a tecnologia do Watson em suas aplicações para oferecer o que há de mais moderno no mundo da tecnologia.

Saiba mais sobre o Dynamique: http://dynamique.pro

Projeto de inovação: dá para desenvolver sem tirar dinheiro do meu caixa?
  • Ilisangela Mais
  • 05/12/2017

Começo o artigo com um convicto e sonoro: SIM! E mais, dá até para ganhar dinheiro tirando da gaveta o seu projeto de inovação. Eu nem estou falando de ser pioneiro, melhorar margens e ampliar mercado, estou me referindo apenas à questão do financiamento para inovação.

Durante minhas conversas com empresários, é muito comum ouvir esta pergunta depois de eu explicar as condições e oportunidades relacionadas a projetos de inovação. E minha resposta é sempre a mesma, sim!

Por exemplo, uma empresa de pequeno porte pode captar recursos a 7% a.a., com dois anos de carência e seis de amortização, com base em um bom projeto de inovação.

Se for indústria, ainda pode combinar com a postergação de parte do ICMS incremental com taxas médias de 4% a.a.. E se a sua empresa é optante do lucro real, ainda pode diminuir a base de cálculo de Imposto de Renda usando como base o mesmo projeto de inovação.

Assim, você usa o recurso público para financiar seus projetos a baixíssimos custos, tira a pressão do seu caixa e aplica os recursos disponíveis em outros ativos mais rentáveis. Ótima oportunidade, não é mesmo?

Como tirar o projeto de inovação da gaveta?

Para acessar tais recursos não é preciso ter projetos que vão revolucionar o mercado com a tecnologia mais disruptiva da história. Mas, também não é suficiente comprar as máquinas modernas daquela feira internacional.

A identificação de um projeto de inovação envolve critérios básicos como aprendizagem e novas competências. Normalmente, quando você precisa estudar, testar, redesenhar e produzir protótipos (aprendizagem) e, no final do projeto, está habilitado para oferecer novos produtos ou serviços, entregando mais valor para os seus clientes (nova competência), a inovação está ali.

Vale destacar ainda que as empresas não precisam assumir sozinhas o desafio de inovar. Quanto mais elas puderem conduzir projetos em parceria com desenvolvedores de tecnologia, empresas de engenharia, startups e instituições de pesquisa nacionais e internacionais, melhor para o seu projeto.

Em geral, os projetos mais inovadores costumam reunir empresas e profissionais com especialistas de áreas variadas, por combinar diferentes olhares sobre um mesmo tema.

Sabendo disso, as instituições de fomento também valorizam as parcerias nos projetos. Que tal sair na frente e inovar? Que tal ampliar suas margens, sua participação no mercado e associar sua marca à imagem de uma empresa inovadora?

Tire seus projetos da gaveta, convide startups, chame as universidades para participar desse processo e ganhe dinheiro com a inovação antes mesmo de lançar os produtos no mercado.

A era ICO: a nova criptomoeda das startups
  • Guga Stocco
  • 30/11/2017

Há um novo cenário mundial no mundo dos negócios, tanto nos seus modelos, quanto na velocidade que elas acontecem. As empresas não demoram mais 10 anos para quebrar, e as novas surgem da noite para o dia. É nesse cenário que nos deparamos com uma nova maneira de criar e financiar negócios: os ICOs. Mas, o que é essa nova criptomoeda das startups?

Vem que vou te explicar tudo o que você precisa saber sobre as os ICOs.

O que é a nova criptomoeda das startups?

Uma reportagem de setembro de 2017 do Recode, um dos mais respeitados sites de tecnologia do mundo, destaca uma novidade de outras menos consistentes no ambiente tecnológico: “A busca por alternativas para novas empresas levantarem capital fez nascer muitos experimentos, mas nenhum tão proeminente quanto a ascensão em 2017 dos chamados ICOs”.

Sigla para Initial Coin Offering, também chamado de crowdsales ou token sales, é uma captação pública de recursos para projetos e empresas. A semelhança da sigla com IPO (Initial Public Offering) não é mera coincidência, mas há diferenças.

Enquanto o ICO acontece globalmente, o IPO acontece em um só país. Outro ponto, é que o ICO apenas precisa seguir um check-list básico e ser aprovado pela comunidade para ser implementado. Já o IPO precisa seguir uma série de requerimentos oficiais e de auditoria.

Um ICO é feito por meio da venda de uma nova moeda virtual, específica para cada projeto. Portanto, digamos que um grupo com uma ideia emite um certo número dessas moedas, também chamadas de tokens, utilizando a tecnologia do blockchain (que permite que a informação digital seja distribuída, mas não copiada). Será com essa moeda que o grupo levantará capital. O token, por sua vez, é comprado com outras moedas virtuais populares, como Ether e Bitcoin, ou com moedas nacionais, como dólares. Se for bem-sucedida no longo prazo, a empresa crescerá, sua moeda (token) será valorizada e os investidores que a compraram lucrarão.

Um exemplo recente é do projeto chamado Bankera, que pretende oferecer pagamentos, empréstimos e investimentos como bancos tradicionais e também integrar funcionalidades que surgiram com as fintechs. Em setembro de 2017, o Bankera fez seu pré-ICO e foram colocados no mercado 10% dos seus tokens, batizados de BNK. Cada BNK custava 0,01 euro e foram distribuídos 2.500.000.000 BNKs.

Como investir em ICOs?

Se você quer investir em ICOs, o primeiro passo que recomendo é começar a navegar pelo universo das criptomoedas. Compre um Bitcoin, por exemplo, e não me pergunte como – descobrir como e onde comprar faz parte do aprendizado. Depois compre outra moeda, acompanhe as notícias sobre ICOs e o mercado de moedas virtuais.

Há muitas ofertas no mercado e vários sites, como o Smith+Crown, analisam projetos, explicando o modelo de negócios, a distribuição de tokens e quem são as pessoas por trás das ofertas. Assim, é fundamental que você leia os chamados “whitepapers”, documentos publicados pelos criadores dos projetos para explicar as ideias. A partir dessa leitura, terá uma primeira indicação se há um negócio sólido querendo investimento ou não.

Compreender outras culturas pode ajudar no sucesso do seu negócio
  • Charles Zimmermann
  • 28/11/2017

Na Índia, não se mostra ou coloca sobre a mesa a mão esquerda. No Oriente Médio, o homem dará três beijos no seu rosto no primeiro encontro. Na Indonésia, aponta- se com o polegar porque apontar com o dedo indicador é indelicado. Na Tailândia, cruzar as pernas em público é má educação. No Japão, tira-se os sapatos antes de entrar na casa de alguém. Na Polônia, todo negócio que se fecha é celebrado com goles de vodca. Nós, brasileiros, costumamos achar tais práticas atraentes, peculiares e interessantes.

“No mundo atual interconectado, as distâncias encolheram e seu sucesso pode depender do entendimento de outras culturas e do respeito e sensibilidade na relação com elas”, afirma David Livermore, no seu livro Inteligência Cultural.

A globalização veio pra se estabelecer. Há algumas décadas, era possível passar a maior parte da vida cercado apenas de pessoas com os mesmos costumes, valores e hábitos que os nossos.

Ao redor do mundo, em lugares distantes e isolados, muitas pessoas ainda vivem dessa forma, mas a maioria hoje trabalha e convive com pessoas que possuem cultura, aparência e pensamentos bastante diferentes dos seus.

Eu particularmente, acho isso muito interessante, enriquecedor e o assunto me deixa cada vez mais interessado em conhecer o mundo.

O fato é que o que era distante e incompreensível está, hoje, na tela do nosso computador, no nosso smartphone. A tecnologia nos aproximou e tornou possível conversarmos com pessoas de outros países, que vivem culturas e realidades, por vezes, bem diferentes das nossas.

Como isso influencia no sucesso do seu negócio?

Quando falamos em negócios, então, nem se fala. Expandir para o mundo é o objetivo de quase toda empresa e principalmente, entre as startups. E para transformar essa meta em realidade, com triunfo, essas organizações precisam adaptar seus discursos e ações para diferentes culturas e costumes.

Do profissional inserido nessa área, se busca não apenas falar outras línguas e ter conhecimento técnico, mas também a capacidade de compreender e imergir em outras crenças e convicções.

Como garantir a sobrevivência da sua pequena empresa com uma ferramenta simples
  • Diogo Monteiro
  • 23/11/2017

O brasileiro é um povo de alma empreendedora. Em 2015, três em cada 10 brasileiros possuíam sua própria empresa ou estavam envolvidos com a criação de um negócio próprio. Isso foi em 2015…

Em um levantamento de 2016, publicado pela revista Fast Company, onde o objetivo era descobrir quais são os países com os empreendedores “mais determinados do mundo”, em uma escala de 1 (mais fácil abrir um negócio) a 130 (mais difícil abrir um negócio), o Brasil recebeu pontuação de 125.

Mesmo assim, ficamos no 5o lugar de país mais empreendedor de todo o mundo. Além disso, somos o país mais empreendedor dos BRIC’s, com 34% de taxa total de empreendedorismo, superando China, Índia, África do Sul e Rússia.

Mas, o que isso quer dizer? Quer dizer que mesmo com todas as dificuldades e burocracias, ainda temos “sangue nos olhos”, quando se trata de fazer as coisas acontecerem.

As dificuldades de iniciar um negócio no Brasil

O problema é que essa burocracia é cruel! Nenhuma empresa começa grande (com algumas exceções a essa regra). Mesmo que as pequenas empresas representem 93% de todas as empresas que existem no país, 40% da massa salarial, 52% dos empregos formais, 51,5% das companhias consideradas de alto crescimento e 27% do PIB, quais os benefícios que elas têm aqui no Brasil?

NENHUM! Elas sofrem muito mais que qualquer outra, pois estão largadas em um mercado altamente competitivo que só beneficia os grandes. Por isso, as micros e pequenas empresas sofrem, e sofrem muito, para se manter de pé e sobreviver. Muitas delas, 59% para ser específico, quebram antes de completar 5 anos de vida. E isso tem dois grandes motivos:

  1. Falta de acesso ao crédito para alavancar um negócio em fase inicial;
  2. Pouco ou nenhum conhecimento em gestão do negócio.

Fato é que os bancos, que controlam o capital, não confiam no pequeno empresário. Em média, 65% das micros e pequenas empresas não possuem acesso ao crédito, 10% não precisam e 25% são sub-atendidas nesse quesito.

O peso de garantir a sobrevivência da sua pequena empresa

Os dados falam por si só, dá uma olhada!

Entre 2011 e 2014 as micro e pequenas empresas geraram 3,5 milhões de empregos, enquanto as médias e grandes demitiram 263 mil pessoas. E o absurdo não para por aí! Os salários sobem mais de 33% nos pequenos negócios e apenas 22% nas médias e grandes empresas.

Ter seu próprio negócio é o 3o maior sonho do brasileiro, ficando atrás apenas de viajar pelo Brasil e ter a casa própria. Então, o que o governo e as instituições estão fazendo para realizar esse sonho? A resposta é simples! NADA.

Apenas burocratizam o que poderia ser simples, com uma educação que não é empreendedora e com um sistema financeiro que só beneficia grandes empresas.

O que o BOM Microfinanças faz?

É a hora de alguém tomar essa dor para si e ajudar o empreendedor brasileiro a chegar onde ele merece. E como fazer isso? Resolvendo aqueles dois problemas que citamos antes, que qualquer pequena empresa herda quando nasce. Só que dessa vez, é sem burocracia e com rapidez a jato.

Foi para isso que o BOM Microfinanças foi criado! Para revolucionar o mercado de microcrédito no Brasil, com duas ferramentas simples e ao mesmo tempo superpoderosas: gestor financeiro gratuito e crédito produtivo ágil (em até 48 horas).

Quer mais? Os empreendedores que aderirem à revolução do BOM Microfinanças ainda terão uma rede de contatos para encontrar parceiros, fornecedores e clientes para fazer e amplificar seus negócios.

Imagine você, de qualquer lugar do Brasil, que precisa de crédito para alavancar e garantir a sobrevivência da sua pequena empresa, mas não tem acesso ao crédito dos grandes bancos? Vai lá na Apple Store ou na Google Play e baixa o BOM (ou faz do seu computador mesmo!).

O que você ganha com o BOM Microfinanças?

Um gerenciador de negócios gratuito para gerir e garantir a sobrevivência da sua pequena empresa e ter mais crédito produtivo pré-aprovado para você – com até 60% de redução nas taxas de juros – se comparadas às taxas aplicadas hoje no mercado de microcrédito.

Com alguns cliques sua empresa “enche o tanque” com combustível de foguete e já está pronta para decolar.

DETALHE: colocando os dados financeiros da sua empresa dentro do software, você começa a receber dicas e instruções personalizadas de como fazer o seu negócio crescer ainda mais. Você vai aprender a fazer o seu dinheiro se multiplicar!!!

A plataforma conecta os pequenos empreendedores ao mundo dos grandes negócios. Entregando valor, rapidez e agilidade no processo de tomada de crédito, com juros até 60% menores que as taxas de mercado.

Além disso, oferece um gerenciador de negócios gratuito, que empodera o empreendedor a entender a realidade financeira para a sobrevivência da sua pequena empresa. Tudo isso para você tomar melhores decisões e multiplicar o seu dinheiro dia após dia.

Você quer conhecer o BOM? Vem aqui, ó: www.bommicrofinancas.com.br

Plataforma Bee2Share: economia compartilhada na indústria
  • Cláudio D'amato
  • 18/11/2017

“Chamada Bee2Share, ela tem o poder de mudar como a economia global se configura e fazer com a indústria o mesmo que a Uber fez com os automóveis: permitir com que eles deixem de ser subutilizados.” Assim Felipe Moreno, editor chefe do portal StartSe começou o primeiro artigo escrito por um jornalista sobre a Bee2Share, que leva a economia compartilhada na indústria.

O que é a plataforma Bee2Share?

A Bee2Share é uma plataforma global de economia compartilhada na indústria que promove compartilhamento de máquinas e equipamentos do mercado industrial. Criada por três brasileiros, que atuavam na indústria automobilística nos EUA, a plataforma nasceu de uma necessidade real do mercado industrial.

Quando tínhamos a necessidade de contratar uma máquina para atender uma demanda pontual era muito difícil encontrar e levava muito tempo. Por outro lado, tínhamos máquinas com capacidade produtiva que estavam ociosas. Então, tentávamos procurar parceiros para utilizar nossas máquinas, mas também era um trabalho de muito tempo e somente dentro do nosso network.

Decidimos então criar uma plataforma digital que organizasse o compartilhamento desses ativos e que fosse de fácil acesso e uso para qualquer empresa do mundo. Assim estamos inserindo a economia colaborativa dentro do chão de fábrica.

Economia compartilhada na indústria

Aplicando os conceitos da economia compartilhada nas fábricas, vamos entregar ao mercado industrial sustentabilidade nos negócios, manutenção de vagas produtivas e aumento de competitividade para todos os portes de empresas.

Ao compartilhar suas máquinas, os empresários geram valor por meio da diminuição do custo de manutenção, menor depreciação dos bens e incremento nos resultados da sua empresa.

A plataforma conta com uma ferramenta de busca aberta, onde podem ser encontradas máquinas e serviços do mercado industrial. A conexão entre as empresas pode ser feita através do chat interno da própria plataforma.

Vale ressaltar que não intermediamos na negociação e nem cobramos comissão pelos negócios gerados. Nosso negócio é apenas conectar as duas pontas através dos “matches” (encontros dentro da plataforma). E isso pode ser feito por créditos ou assinatura da ferramenta.

Para começar a usar a plataforma Bee2Share as empresas começam cadastrando suas máquinas e equipamentos gratuitamente, e ainda ganham créditos para os primeiros “matches”.

Nossa missão é promover conveniência, competitividade e sustentabilidade ao mercado industrial, através da geração de negócios na economia compartilhada.

Sejam bem-vindos a Bee2Share!

Gold Cast: uberizando o mercado da moda
  • Marcelo Odorizzi
  • 16/11/2017

O mercado brasileiro da moda movimenta anualmente R$129 bilhões, dos quais R$4,5 bilhões são destinados exclusivamente à contratação de modelos. As cifras são surpreendentes, porém a satisfação dos profissionais do mercado da moda não reflete a bonança dos números, apresentados pela ABRAVEST.

Chegou a hora de simplificar a relação entre os prestadores de serviço da indústria da moda e o cliente final, com a plataforma Gold Cast. Vem conhecer!

As dificuldades dos profissionais do mercado da moda

Dentre os principais motivos para insatisfação, citados pelos profissionais do mercado da moda, estão a alta porcentagem das taxas cobradas pelas agências de modelos, a bitributação de serviços, a demora no recebimento do cachê e a falta de visibilidade no mercado.

Estima-se que em uma produção de moda de pequeno/médio porte, o modelo contratado receba de 35% a 40% do cachê pago pelo cliente final. Não raro, a transação passa por mais de duas agências até chegar efetivamente ao prestador do serviço.

A negociação não é transparente, o acesso às agências de modelos de grande porte é difícil e nem sempre as opções de cast oferecido pelas agências refletem e necessidade do cliente.

Por outro lado, o mercado da publicidade vem mudando drasticamente nos últimos anos. Grandes marcas estão trocando o perfil tradicional de modelos por um cast exclusivo e diversificado.

Observe grandes marcas, em especial do ramo de cosméticos, adicionando em seus comerciais e campanhas modelos e atores humanizados, de todas as etnias, faixas etárias e tipos físicos. Uma única agência raramente é capaz de oferecer um cast que atenda a todas essas necessidades.

A plataforma Gold Cast

A Gold Cast é uma plataforma web que mescla os conceitos já validados pelos gigantes como Netflix AIRBNB, criando um ambiente que conectará diretamente modelos, atores, produtores, fotógrafos às pequenas, médias e grandes indústrias.

Aos usuários prestadores de serviço da área da moda, a Gold Cast oferece visibilidade através da criação de um perfil e book virtual, que pode ser atualizado pelo próprio usuário sempre que necessário, e ainda garante que os perfis com melhor avaliação tenham destaque nas buscas.

Para as pequenas, médias e grandes empresas que buscam profissionais da área da moda para sua campanha, o aplicativo oferece diversos mecanismos de busca que simplificam a escolha do cast final, tais como: perfil físico, idade, localização, habilidades e referências.

O cliente também pode lançar uma oportunidade de trabalho na plataforma, informando os detalhes da campanha e orçamento disponível, convidando os prestadores de serviço a se juntarem ao projeto. E tudo isso sem burocracia, pois o sistema intermedia e garante as transações financeiras, com pequeno comissionamento dos matches realizados.

Muito em breve, encontrar o modelo ideal para uma campanha será tão simples quanto checar o seu e-mail ou alugar uma casa de temporada para aquela tão esperada viagem. Tudo ao alcance do smartphone, com segurança e praticidade. 🙂

Gostou dessa startup? Aqui na Spin temos outras cinco participando do primeiro ciclo de aceleração. Conheça a plataforma BOM Microfinanças, que conecta microempreendimentos ao mundo dos grandes negócios.

Economia compartilhada: o futuro é agora
  • Diego Vegini
  • 07/11/2017

Há quem pense que é moda, que vai passar, mas as evidências apontam que isso não vai acontecer. Compartilhar simplesmente é o negócio do futuro, e esse futuro é agora. A cada dia que passa, aumenta nossa percepção que não precisamos possuir ou ter posse para ter acesso. Vem comigo que vou te explicar melhor sobre essa nova prática, a economia compartilhada.

Mas afinal, o que é economia compartilhada?

Qual seria a diferença entre as empresas que atuam de forma tradicional para as empresas que trabalham de forma compartilhada, se ambas buscam o mesmo objetivo que é obter lucro de suas operações? A diferença está no modelo de negócio.

O conceito da economia compartilhada é baseado na forma de troca, e todas as partes envolvidas se beneficiam de alguma forma. No mercado já existem sites, aplicativos, plataformas para compartilhar muitas coisas.

São empresas de vários segmentos oferecendo uma grande variedade de produtos ou serviços. Você pode alugar um smartphone para um dia, uma bolsa para uma festa, um carro para um único deslocamento ou, até mesmo, um quarto para passar uma noite.

Não precisamos mais possuir para ter acesso. Esta é a nova forma de realizar negócios através do uso por demanda, e não pela posse. Isso beneficia todos os lados, ou seja, todos ganham, todos lucram.

Ter plataformas bem estruturadas para uma boa experiência dos usuários é fundamental para o sucesso, dois excelentes exemplos são o AirBnB e o UBER. As duas marcas possuem plataformas que geram valor para ambas as partes: para quem possui o bem e para quem quer apenas utilizar por um período.

No UBER, os donos dos automóveis geram renda extra a partir de um bem que possuem. E os usuários utilizam este serviço com preços mais atrativos, em uma experiência em que ele tem o controle de avaliar o serviço prestado pelo motorista.

Já no AirBnB, os proprietários de residências tem a opção de alugar um quarto, ou a casa toda, por preços mais atrativos que uma rede de hotéis, dando acesso a toda população e criando experiências ímpares às pessoas.

O que a indústria tem a ver com isso?

No mercado industrial não poderia ser diferente, as mudanças tecnológicas afetam diretamente a cadeia de produção. As indústrias sabem que precisam mudar, que precisam se adaptar a novos modelos de negócio. Mas, o que fazer diante disso?

Analisar a cultura e valores da empresa é o primeiro passo a ser tomado, identificar se sua empresa está preparada para a mudança, para inovar e participar dessa transformação digital. Os empreendedores, principalmente, devem estar preparados para mudar a forma de se relacionar com o mercado.

Isso significa dar um passo atrás, analisar a estratégia, o momento do mercado e optar pela melhor opção, que traga mais benefício e torne a empresa mais competitiva. Devemos aceitar que a mudança vai ocorrer quer você queira ou não. Então, quanto mais rápido se adaptar, melhores resultados revertidos.

Compartilhando e trabalhando colaborativamente

Participar de redes de contato pode ser uma grande contribuição na geração de receitas. Visibilidade e novos canais de venda geram novos modelos de negócios, novas formas de ofertar produtos e serviços. A internet e as plataformas digitais tem o poder de proporcionar estas mudanças.

Quando disponibilizamos os recursos de forma colaborativa, todas as partes do processo de produção se beneficiam. Imagine que em uma empresa (A) possuem máquinas ou equipamentos parados ou ociosos, isso significa prejuízo e custos para o empreendedor. Do outro lado, imagine que outra empresa (B) necessite de máquinas ou equipamentos para utilizar por um período específico.

A startup Bee2Share, uma plataforma digital que proporciona o encontro entre a oferta e a demanda, tem justamente esse objetivo: ajudar empresas a gerar mais receitas. Um modelo inovador onde empresas podem cadastrar todas suas máquinas e serviços gratuitamente.

É uma plataforma para gerar negócios na indústria, ampliando as possibilidades de fechamento, sem custo fixo. A empresa escolhe quando usar, paga pelo benefício de fechar negócio e faz contato com clientes interessados quando quiser, por um preço mais barato que um ingresso no cinema.

Startups em aceleração: BOM Microfinanças
  • Benyamin Fard
  • 03/11/2017

Já pensou poder dar aquele up no seu negócio, seja financeiramente ou por meio de uma consultoria, através de um aplicativo? Pois chegou a vez de falarmos da BOM Microfinanças, uma das seis startups em aceleração aqui do primeiro ciclo, na Spin.

Essa startup é uma plataforma de microfinanças, via aplicativo, que conecta microempreendimentos ao mundo dos grandes negócios. Ficou curioso? Chega mais que vamos te explicar essa inovação de Santa Catarina.

Startup BOM Microfinanças

BOM, startup de Florianópolis, é uma fintech que evoluiu de um projeto que já existia entre o empreendedor Ícaro Burtet Moura e outros colegas de trabalho (Diogo Monteiro, Ramon Diogo, Mario Livramento e Evanda Kwitko). A plataforma pretende conectar empreendedores de pequeno porte ao mundo dos negócios, oferecendo microcrédito, assessoria e capacitando-os.

Segundo Ícaro, 60% das micro e pequenas empresas morrem antes de chegar no quarto ano de vida. Por isso, o objetivo da BOM é fomentar negócios apoiando e ajudando no desenvolvimento das microempresas. É um produto de desenvolvimento econômico-social, que consegue reduzir custos da operação de microcrédito. É importante destacar que é uma das pioneiras da área no Brasil.

O que chamou nossa atenção nessa startup foi a capacidade de atender todo o mercado nacional, que conta com aproximadamente 15 milhões de micro e pequenas empresas. Normalmente, esse processo é realizado por pessoas e a proposta deles é que isso seja feito com base em inteligência artificial, através do aplicativo para smartphones.

A startup está em fase bem avançada, sendo que o modelo de negócio já foi validado e, nos próximos dois meses, será lançada a plataforma. Um dos mentores da BOM é o Guga Stocco, um dos maiores especialistas em fintechs no Brasil, que foi executivo da startup Buscapé e também responsável pela estratégia de toda a plataforma do Banco Original, o primeiro banco digital do pais.

A startup é principalmente voltada para empresas de pequeno porte que precisem acessar o microcrédito para comprar equipamentos de trabalho, utilizando a facilidade do aplicativo.

A importância das pessoas no empreendedorismo e na inovação
  • Altair Assumpção
  • 31/10/2017

Começo o meu artigo deixando bem claro que não existe inovação sem pessoas e como todo empreendedor sabe, criar uma startup é um trabalho árduo. O que normalmente ouvimos é: “mas eu tenho uma ideia inovadora, fiz pesquisas e identifiquei que existe uma real necessidade no mercado, fiz meu plano de negócios, validei conceito, conversei com muita gente etc, etc”. Mas, voc já se perguntou se o investidor (venture capital ou anjo) concorda com você?

Com tantos fatores em jogo e pesquisas indicando que até 90% das startups falham, como você faz tudo isso funcionar e dar certo? O segredo está em prestar muita atenção e dedicar tempo às pessoas com as quais você convive e trabalha.

Uma ótima ideia é quase sempre o catalisador para colocar as coisas em movimento, mas no final do dia, é a equipe que você tem ou contratou que, em última instância, determinará o sucesso ou o fracasso da sua startup.

Então, aqui vão algumas dicas!

Como cultivar as pessoas no empreendedorismo

1. Compartilhe sua visão

Ao contratar os primeiros funcionários, você provavelmente não estará oferecendo grandes salários e benefícios corporativos. Você está apostando que os outros vão querer se juntar ao seu projeto e sonhar o seu sonho, portanto, é extremamente importante que eles acreditem que o sonho é alcançável.

Como fundador, você deve compartilhar sua visão de longo prazo. O entendimento da visão geral e essa crença fazem com que o seu propósito seja válido para um potencial empregado.

2. Conheça suas fraquezas

Se você é o único fundador ou tem parceiros, é importante identificar suas fraquezas. Faça um balanço dos vazios em suas habilidades e dê prioridade às posições que você precisa contratar primeiro.

Por exemplo, se você (ou seus fundadores) são experientes em tecnologia, mas não tem habilidades para vender um produto, você vai querer encontrar rapidamente alguém que o faça . Reconhecer essas necessidades desde o início economizará muito tempo extra na estrada.

Além disso, verifique se você está ciente de quais papéis têm mais sentido para sua startup.

3. De atenção a sua rede

Não são apenas as pessoas de dentro da empresa que são fundamentais para o crescimento do seu negócio, são também as pessoas que você traz de fora. Os mentores, os conselheiros informais e os membros do conselho (quando for o caso) não são apenas para mostrar. Eles desempenham um papel importante para guiá-lo tanto pessoal, como profissionalmente.

Cultive suas redes individuais para encontrar especialistas da indústria e veteranos que possam te aconselhar sobre assuntos, com o olhar e a experiência de alguém que já passou por isso antes.

4. Seja criativo ao contratar

Você tem seu time, mas agora é hora de encontrar as pessoas que ajudarão a impulsionar o sucesso do dia a dia da sua startup. Os recrutadores são ótimos, mas se você deseja conquistar as melhores pessoas para sua startup, planeje fazer algumas incursões você mesmo.

Faça uma lista de habilidades profissionais e traços de personalidade que você deseja em sua equipe, e então os procure ativamente. Seja criativo e não tenha medo de usar todos os recursos disponíveis – de cafezinho com os amigos, às redes sociais e profissionais de RH.

5. Lembre-se de que não há eu na equipe

À medida que você começa a contratar esses novos talentos, é importante que cada membro da equipe tenha a oportunidade de fornecer feedback durante o processo de contratação.

Em uma partida, todos se movem rapidamente e apenas alguns fazem o trabalho de muitos, então você precisa construir uma equipe que possa trabalhar em conjunto para o bem maior.

Procure pessoas que tenham a capacidade de mudar rapidamente de direção para melhorar os resultados e que não congelam quando o caos está prestes a acontecer.

6. Construa a cultura que você deseja

Ao contratar, lembre-se de construir uma equipe voltada à sua causa. Construa uma cultura que se preocupe com as pessoas e que esteja unida entorno de uma visão compartilhada. Nos bons momentos, isso pode não parecer importante, mas quando as coisas ficam difíceis é a equipe com uma forte cultura e propósito que vai se unir e seguir em frente.

Além disso, você precisa de um plano, persistência, perseverança, disposição de ser flexível e uma equipe de classe mundial. Você também deve ser um bom ouvinte. Não tenha medo de errar, de tomar decisões e saber cultivar boas relações.

A melhor forma de fazer todas essas coisas de forma eficiente é seguir um processo sistemático onde você planeja, se compromete, mede resultados e reconhece as pessoas no empreendedorismo.

7. Distribua parte dos lucros quando chegar o sucesso

A dica é simples: divida para somar.

8. Não pare

Por fim, as coisas incríveis que o ajudaram a recrutar novos talentos para a equipe devem continuar muito depois do contrato ter sido assinado. Colocar as expectativas de sua equipe em primeiro lugar é inestimável para manter um time motivado e entusiasmado. E uma equipe motivada significa uma startup saudável e próspera.

Claro que poderíamos elencar mais uma série de dicas e possibilidades, mas por hora vamos ficar por aqui. E lembre-se sempre: ninguém faz sucesso sozinho. 😉

Startups em aceleração: Omunga Grife Social
  • Benyamin Fard
  • 24/10/2017

Agora que você já sabe mais sobre o que vamos fazer e já conhece as 6 startups escolhidas para serem aceleradas, vamos apresentar detalhadamente cada uma delas. Apesar de algumas estarem em uma fase bem inicial, contaremos porque suas inovações participarão do primeiro ciclo de aceleração.

E para começar, falaremos de um projeto inspirador e de grande propósito. Dá uma conferida!

Omunga Grife Social startup em aceleração

Omunga Grife Social nasceu em Joinville, em 2013, e seu nome é uma expressão do dialeto africano “umbundo”, que significa união, conjunto. Seu principal objetivo é mobilizar e articular a sociedade para transformar a educação de crianças e adolescentes em regiões de extrema vulnerabilidade social, no Brasil e no mundo.

Guiada por um forte propósito social, a Omunga é uma organização privada que destina parte do resultado da venda de produtos para construir bibliotecas e trabalhar na formação contínua de professores nessas regiões.

Até o momento, eles já construíram duas bibliotecas no sertão brasileiro e uma na África, além de arrecadarem 10 mil livros, 15 computadores e 1600 horas de formação de professores.

O que mais nos chamou a atenção foi a capacidade empreendedora do idealizador, o empreendedor social Roberto Pascoal, que já possui expressivos resultados alcançados. Sem falar do potencial de crescimento do negócio, que pode ser atingido com um modelo mais otimizado de monetização.

Quando falamos do ciclo de aceleração, a Omunga já está na fase operacional, ou seja, já possui faturamento e resultados práticos. Agora, busca o crescimento rápido, isto é, estão em busca de tração e exponencialidade.

Segundo nosso CEO, Benyamin Fard, a organização possui forte conotação de desenvolvimento sustentável, que promove grande evolução social às crianças e jovens. Para ele, esse comportamento gera interesse da iniciativa privada como empresas que querem associar sua marca, produtos e serviços a uma causa, um propósito.

Ou até mesmo, de indústrias que podem vir a adquirir produtos homologados para distribuição aos seus colaboradores, clientes e fornecedores, como atitude de apoio à sustentabilidade.

6 startups catarinenses são selecionadas para processo de aceleração
  • Benyamin Fard
  • 05/10/2017

O nosso pitch inaugural – processo que os empreendedores apresentam as ideias de negócios e são avaliados por uma comissão de investidores – foi um sucesso. No total, 12 empresas integraram este processo seletivo, vindos da pré-seleção inicial de mais de 50 startups. Das ideias avaliadas, selecionamos 6 startups catarinenses para participarem do primeiro ciclo de aceleração Spin.

A lista conta com a BOM Microfinanças, de Florianópolis, a Omunga e Bee2Share, de Joinville, Dynamique, de Jaraguá do Sul / São Paulo, e AquaControl e GoldCast, ambas também de Jaraguá do Sul.

Aos empreendedores escolhidos, vamos disponibilizar estrutura física completa, consultorias e mentorias com empresários renomados. Tudo com uma metodologia que já é utilizada por grandes corporações e aceleradoras do Vale do Silício, polo da inovação dos Estados Unidos.

Em um espaço físico jovem e criativo, a primeira turma vai contar com um ambiente que respira e inspira inovação. Sem se esquecer, é claro, da experiência dos investidores e empresários residentes que são fundamentais durante todo o processo.

Conheça as 6 startups catarinenses

As startups catarinenses participantes atuam em segmentos diversificados, de educação à tecnologia. Dá uma conferida em cada uma:

  1. BOM: plataforma de microfinanças que conecta microempreendimentos ao mundo dos grandes negócios.
  2. OMUNGA: grife social que trabalha por um mundo melhor por meio da educação.
  3. DYNAMIQUE: plataforma web e mobile que tem o propósito de preservar um dos bens mais preciosos das empresas: o conhecimento corporativo.
  4. AQUACONTROL: Internet dos Peixes, com sistema de controle e monitoramento da produção de peixes e camarões em cativeiro.
  5. GOLDCAST: plataforma de contratação de modelos e atores.
  6. BEE2SHARE: plataforma que viabiliza a geração de novos negócios através do compartilhamento de máquinas e equipamentos industriais.

Ficou interessado em participar do próximo pitch? Entre em contato com a gente pelo telefone (47) 3512-4010 ou no e-mail ola@spin.capital. Também, não deixe de acessar nosso site e conhecer mais sobre o mundo da inovação: spin.capital.

Por que as startups brasileiras estão fazendo tanto sucesso?
  • Benyamin Fard
  • 21/12/2015

Inicialmente, temos que convir que no mercado internacional de startups, o Brasil ainda é um oceano azul do ponto de vista mercadológico.

São tantas as barreiras de entrada para soluções estrangeiras e burocracias internas que nascer como startup aqui (e ganhar escala) é um grande diferencial.

O atual cenário político-econômico do país trouxe instabilidade para o mundo dos negócios, levando muitas empresas a passar por dificuldades. Contudo, as startups brasileiras continuam crescendo mesmo nesse momento de crise, mostrando que são a grande tendência no empreendedorismo brasileiro.

Com ideias e soluções inovadoras, as empresas emergentes ganham cada vez mais espaço ao mesmo tempo em que se mostram uma boa oportunidade para os grandes investidores, já que elas precisam de suporte para entrar no mercado.

Diante desse contexto, vamos mostrar o cenário atual do empreendedorismo no Brasil e os principais motivos que explicam o sucesso das startups nacionais.

Se você tem uma ideia inovadora, saiba mais sobre a realidade das startups brasileiras para colocar seu projeto em ação!

O empreendedorismo em alta no Brasil

O crescimento do empreendedorismo no Brasil é animador. De um lado, muitos profissionais insatisfeitos com os rumos da carreira têm decidido apostar no mundo dos negócios. De outro, cada vez mais, empreendedores decidem tirar o sonho da gaveta para investir em um negócio próprio.

Em meio a tudo isso, até mesmo a crise no nosso país serviu como estímulo de inovação. Empreendedores ativos foram impelidos a desenvolver ideias melhores e novas estratégias de negócio diante das adversidades políticas e econômicas.

Nesse cenário, as startups encontraram uma oportunidade de crescimento justamente em um momento de turbulência do país, contribuindo para reaquecer a economia. Inclusive, esse avanço tem sido significativo em todo o Brasil; não apenas no tradicional eixo Rio de Janeiro / São Paulo, mas também em outras regiões, como Florianópolis e Recife, por exemplo.

Apesar de ser um movimento recente no Brasil, essas empresas emergentes já apresentam rápido crescimento, mostrando um cenário favorável e uma expectativa ainda mais positiva para o empreendedorismo no futuro próximo.

Soluções inovadoras: o sucesso das startups brasileiras

mulher ruiva digita em teclado enquanto outra pessoa segura folha com planilha na mão, verificando números sobre as startups brasileiras

Os movimentos do empreendedorismo no Brasil revelam um potencial ainda melhor para essas empresas inovadoras. Enquanto os negócios mais tradicionais passaram por dificuldades, tendo que repensar seus conceitos e reavaliar suas estratégias, as startups conseguiram uma significativa expansão.

Mas, por que as startups brasileiras são a grande tendência dos empreendimentos nacionais? Saiba a seguir!

A veia inovadora das startups brasileiras

Essas empresas têm como uma das suas características principais oferecer soluções inovadoras por meio da tecnologia.

Com isso, elas trazem mudanças efetivas no campo de desenvolvimento tecnológico, além de gerar reais impactos para o mercado e a sociedade.

O caráter de inovação tem se tornado tendência, expandindo cada vez mais a lógica dos negócios. Além das melhorias tecnológicas aplicadas a produtos e serviços, as startups também apostam em modelo de negócios mais criativos. Esse modelo estimula o pensamento “fora da caixa” e uma cultura organizacional menos conservadora.

Com soluções inovadoras, mais simples e mais baratas, as startups criam acesso a serviços para públicos não contemplados pelo mercado tradicional, além de otimizar processos com a inovação tecnológica.

Assim, o potencial das startups não se trata de apenas adaptar as soluções do exterior para o Brasil, mas de gerar soluções inéditas e eficazes “tropicalizadas” para os problemas do nosso país.

O interesse das grandes corporações nas startups

Outro fator importante nessa onda de sucesso das startups foi a entrada das indústrias e grandes corporações no ecossistema de negócios inovadores.

Os CEO’s têm percebido as startups como ótimas oportunidades de inovação e investimento.

O momento de dificuldades político-econômicas, somadas aos problemas já existentes no Brasil, se mostrou, na verdade, uma conjuntura favorável para os investimentos nas startups nacionais, que oferecem grande potencial de retorno.

Ao mesmo tempo, as startups só têm a ganhar com isso, visto que precisam do suporte das grandes empresas para testar suas ideias, colocar em prática suas soluções inovadoras e ganhar escala.

Por fim, vale ressaltar que a população brasileira é altamente engajada em redes sociais e plataformas digitais, o que releva ainda mais o potencial do país para explorar os campos do empreendedorismo e da inovação. Para quem deseja oferecer soluções inovadoras no mercado, o momento das startups é agora!

Aprenda com a Netflix: como fomentar a inovação dentro da sua empresa
  • Benyamin Fard
  • 12/04/2015

Netflix revolucionou o mercado de locação de filmes, sendo um dos melhores cases de inovação de modelo dos negócios atual. A empresa chegou ao Brasil em 2011 e teve um sucesso inegável por aqui. Por isso, se você quer saber como fomentar a inovação na sua empresa, saiba que pode obter muito aprendizado com a Netflix.

Considerando a empresa um exemplo de inovação, vamos mostrar como a Netflix cresceu e ganhou o sólido sucesso que conhecemos hoje. Você também vai aprender algumas formas para criar um código de cultura organizacional que vai inovar os processos na sua empresa. Confira!

Como fomentar a inovação: o modelo de negócios da Netflix

Inovar no modelo de negócios pode significar uma inovação em vários níveis, como:

  • Produto ou serviço;
  • Processos;
  • Comunicação e marketing;
  • Organização;
  • Modelo de operação adotado pela empresa.

No caso da Netflix, a inovação passou por todos esses pilares. No início, ela começou como uma nova forma de locação de filmes por meio dos correios. A proposta de valor oferecida aos clientes retirava as taxas cobradas por atraso, muito comum no modelo tradicional de locação. Assim, a empresa conseguiu maior satisfação dos usuários.

Posteriormente, outra inovação que contribuiu para o sucesso da Netflix. Foi a maneira simples, prática e intuitiva de uso da plataforma. Se uma ideia vem ao mercado para dificultar ou trazer serviços complexos, provavelmente não atrairá o consumidor. Com fácil acesso e bastando um clique para assistir ao filme, o serviço se torna simples e genial ao mesmo tempo, oferecendo facilidade de uso para todas as gerações.

Além disso, o mecanismo de busca online, a lista personalizada de filmes que o usuário deseja assistir e a captação de dados sobre as escolhas dos clientes ajudou ainda mais a agregar valor ao serviço, dando mais praticidade para a vida dos usuários.

Com o crescente sucesso, a empresa passou, então, a produzir conteúdo próprio e exclusivo. Inovando ainda mais na oferta de seus serviços. Isso mostra a capacidade da empresa em enxergar novos nichos de mercado e de abrir oportunidades para gerar o aperfeiçoamento de produtos, modelos de negócios e até mesmo de marketing. Um excelente exemplo de como fomentar a inovação dentro da empresa!

A estratégia de marketing da Netflix

Outra forma de fomentar a inovação na sua empresa é criar uma estratégia de marketing que vá além das vendas. Mais do que gerar conversões, as empresas têm apostado em criar um relacionamento com o público, gerando reconhecimento para a marca.

Em uma época em que os negócios se consolidam por meios virtuais, apostar em um marketing que conquiste o público é essencial. Quando os consumidores não apenas conhecem, mas realmente gostam da sua marca, gera-se confiança, engajamento e maior fidelização.

Claro que acertar no tom de comunicação e conhecer bem o seu público é fundamental para inovar no ponto certo. No caso da Netflix, basta observar sua maneira descontraída, ousada e criativa de se comunicar nas redes sociais, cativando o público de uma maneira autêntica e única.

Tudo isso contribui ainda para mostrar os valores e a personalidade da empresa. Dessa forma, possibilita ao público conhecer a cultura e a proposta da corporação, ao mesmo tempo em que você pode conhecer melhor seus clientes e qual segmento deseja atingir.

Por isso, observar a comunicação e o marketing da Netflix é uma ótima forma de aprender sobre processos de inovação organizacional. O exercício vale para a sua empresa descobrir o próprio tom de voz, definir melhor a linha de comunicação e alinhar a interação com o público.

Fomentando a inovação na sua empresa

Vale lembrar que para adotar o modelo de locação de filmes por meio dos correios, primeiro a Netflix precisou gerar uma mudança tecnológica. Substituíram o VHS pelo DVD, uma mídia mais leve e com custos menores. Com o tempo, percebeu que precisaria mudar de estratégia para sobreviver no mercado. O que resultou no sucesso que é hoje.

Quando o assunto é fomentar a inovação na sua empresa, o fundamental é pensar primeiro em melhorar aquilo que já existe e é consumido pelo mercado. Ou seja, apostar em inovação incremental.

Outro fator decisivo para institucionalizar a inovação na sua empresa é a decisão pela tolerância ao risco. Permita que os talentos da empresa aflorem com suas ideias e projetos inovadores.

Por fim, buscar não reinventar a roda é essencial. E para isso estar envolvido com ecossistemas de startups e utilizá-los na cadeia de valor de sua empresa faz toda a diferença para uma gradativa transformação da cultura organizacional pela inovação. Confira como as startups podem ser instrumentos de venda.

Como você pode ver, isso mostra que estar aberto a novas estratégias, às mudanças tecnológicas e ao jogo de tentativas e erros é crucial para fomentar a inovação dentro da sua empresa. Portanto, saber adaptar-se é o ponto-chave para inovar e fazer seu negócio evoluir.

Startups como instrumento de venda: como podem agir
  • Benyamin Fard
  • 10/04/2015

O número de startups cresce cada vez mais no Brasil. Diante desse cenário, as grandes empresas têm voltado sua atenção para o ecossistema do empreendedorismo. Sabe-se que, com suas ideias inovadoras, as startups trazem soluções e transformações positivas para a indústria. Mas, você sabe o significado disso em suas vendas?

A inovação trazida pelas startups reside não apenas no produto ou serviço propriamente dito, mas também transforma processos e modelos de negócio. Trazendo, inclusive, novas abordagens de venda. Dessa forma, inovando o modelo tradicional, elas podem servir como um instrumento que ajuda a empresa a vender mais.

Portanto, saiba como as startups podem agregar valor para as empresas. E veja como seus processos inovadores são positivos e podem melhorar as vendas do seu negócio!

Por que usar startups como instrumento de venda?

Pode-se dizer que uma startup nasce da inovação, mas não sobrevive sem vendas. Isso porque ela está o tempo todo orientada para isso, desde o momento inicial até a fase de tornar o negócio escalável.

É por isso que uma empresa que inclui as startups em seu ecossistema podem transformar seus processos e modelos tradicionais de negócio, aumentando significativamente suas vendas.

Um dos grandes pontos positivos da cultura inovadora da startup é que ela traz um modelo de vendas menos invasivo, insistente ou puramente negociador, como é comum nas empresas mais tradicionais. Diferentemente dessa perspectiva, as vendas estão fortemente ligadas ao propósito e à cultura da startup.

A inovação pode ser observada até mesmo nas reuniões e no modo de proceder da equipe de vendas. Para além de meros números ou metas intangíveis, as startups têm um time bem integrado e focado no bom desenvolvimento do seu processo.

Dessa forma, trata-se de um modelo que costuma ser orientado para leads e clientes mais qualificados. Para além de bater metas, a equipe se preocupa em gerar clientes realmente prontos para o negócio, evitando futuras perdas, cancelamentos e até insatisfação com a empresa.

Além disso, o setor de vendas das startups, geralmente, assume uma abordagem mais científica do que nas empresas tradicionais. Ao dar grande importância para a avaliação de resultados e atenção criteriosa para o estudo de métricas.

A análise de informações, o uso de métodos e o estudo de previsibilidade são intensos. E todos os setores — do marketing ao desenvolvimento — agem em conexão e fortemente baseados em pesquisa.

Analisar dados e avaliar indicadores dão um melhor direcionamento para o que deve ser feito para melhorar e atingir os números almejados. Além de gerar previsibilidade e proporcionar um caminho mais seguro para o negócio.

BeeCâmbio: a startup que ajuda as empresas a venderem mais

Para dar um exemplo de como uma startup pode ser uma ótima estratégia de venda para o seu negócio, podemos citar a BeeCâmbio. Trata-se de uma correspondente cambial online, cuja solução é o cartão pré-pago internacional.

Verificando que muitos brasileiros compram em lojas virtuais americanas, a startup tem como objetivo solucionar a desvantagem dessas compras em relação à volatilidade do dólar. O cartão pré-pago funciona da mesma forma que os cartões de débito brasileiros, em que o valor é debitado do saldo no momento da compra.

Dessa forma, ganham os consumidores, que podem realizar compras pela internet em lojas do exterior a preços mais atrativos. Assim como as empresas, que, aliadas à startup, adquirem um excelente instrumento de venda para impulsionar ainda mais o negócio.

Como deu para perceber, as parcerias entre grandes empresas e startups podem gerar a inovação de que seu negócio precisa para impulsionar as vendas e ganhar ainda mais lucratividade.

Trazendo disrupção desde o produto até os modelos de gestão e negócio, introduzir as startups para o seu ecossistema pode ser um ótima oportunidade!